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DIVERSÃO

Filmes para todos os gostos em cartaz - confira

Por: Redação

Mais um capítulo do Universo Cinematográfico Marvel chega aos cinemas nesta quinta-feira (5), apresentando uma aventura conjunta com os personagens clássicos Homem-Formiga e Vespa. Ainda dentro da sétima arte, vale conferir a exibição de O Dossiê Secreto, de Stephan Wagner, no Sesc Arsenal, e a Sessão Afrocine -Coletivo Quariterê, do Cineclube Coxiponés. No Arsenal também tem a exposição “(Re)conhecendo a Amazônia Negra”, de Marcela Bonfim, com direito a bate-papo com a autora.

A sequência de Homem-Formiga (2015) mostra acontecimentos posteriores aos fatos que marcaram Capitão América: Guerra Civil e até traz algumas pistas que podem explicar porque o herói ficou de fora do confronto de Vingadores: Guerra Infinita (2018). Scott Lang (Paul Rudd) se vê obrigado a conviver com as consequências de suas escolhas tanto como super-herói como pai. Se esforça para equilibrar a vida pessoal com suas responsabilidades como seu alter ego e seus super-poderes.

Apesar de um tanto desajeitado e displicente, ele é procurado por Hope Van Dyne (Evangeline Lilly) e o Dr. Hank Pym (Michael Douglas) para uma nova e urgente missão. Scott deve vestir o traje mais uma vez e aprender a lutar ao lado da Vespa (Lilly) quando o time se reunir para descobrir segredos do passado. Hope deve seguir os passos de sua mãe, Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), para se tornar a nova vespa. A direção é, mais uma vez de Peyton Reed.

Mais cinema 

No Arsenal, às 19h30, com entrada gratuita, tem sessão especial em parceria com a Embaixada da Alemanha. A atração será o filme O Dossiê Secreto (colorido, 89 min, 2015), dirigido por Stephan Wagner. O drama político focaliza a personalidade política de Fritz Bauer, que, como promotor-geral de Hessen, participou da captura de Adolf Eichmann entre 1959 e 1962. O militar nazista foi um dos principais organizadores do Holocausto que dizimou a vida de milhões de pessoas.

Os filmes da sessão conjunta com a Embaixada da Alemanha costumam ser exibidos com o áudio original e legendas em português.

No Centro Cultural da UFMT, às 19h, tem Sessão Afrocine, com produções do Coletivo de Audiovisual Negro Quariterê. Esta noite, com entrada gratuita, haverá exibição dos curtas-metragens O Dia de Jerusa (Viviane Ferreira, BA, 2014, 12’), Pouco Mais de Um Mês (André Novais de Oliveira, MG, 2013, 12’) e Aquém das Nuvens (Renata martins, SP, 2012, 13’).

A Sessão Afrocine é uma oportunidade para debater e refletir sobre o protagonismo negro no audiovisual. Os realizadores afro-descendentes atuam em diferentes perfis de produção, do cinema ao audiovisual expandido. Em comum eles compartilham a reivindicação por mais espaços de exibição e mais locais de encontro para diálogos e troca de conhecimento mútuo das obras realizadas. Esta é a proposta da sessão Afrocine.

Amazônia das Artes

Outro importante trabalho que segue nessa direção é a exposição “(Re)conhecendo a Amazônia Negra”, de Marcela Bonfim, que chega ao Arsenal dentro do projeto de circulação “Amazônia das Artes 2018/2019”. Ela traz um novo olhar fotográfico acerca da Amazônia e das populações de ascendência africana e indígena no Brasil. Impressas diretamente na madeira, dezenas de imagens retratam quilombolas da bacia do rio Guaporé - dos estados de Mato Grosso e Rondônia -; descendentes de caribenhos - chamados barbadianos -, que trabalharam na construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, e haitianos que migraram para Rondônia, entre outros afro-descendentes.

É um projeto visual militante inserido em uma espécie de manifesto político de amplitude global protagonizado por pessoas não brancas, das mais diversificadas origens e orientações sexuais e que apresenta ao mundo uma reflexão crítica acerca de todo e qualquer assunto sobre os quais desejam abordar. São antropólogos, artistas, historiadores, filósofos, educadores, militantes. Pessoas que não temem assumir o papel de produtores de conhecimento, cultura, arte.

A exposição fica em cartaz até o dia 31 de julho, no Foyer do Teatro, com entrada gratuita. E na abertura, às 20h, tem um dialogo sobre o fazer artístico presente na exposição, mediado pela fotógrafa Marcela Bonfim, de Rondônia. 

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