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Recém-nascido com cardiopatia grave aguarda transferência autorizada pela justiça e Estado não aparece

Larissa Malheiros
Redação

O menino João Gabriel Tauffer, 32 dias de nascido, aguarda transferência do Hospital Santa Casa em Rondonópolis, autorizada pela Justiça de Mato Grosso, para uma unidade especializada no tratamento de cardiopatia grave, diagnóstico descrito pelos médicos que acompanham o caso.Porém, passadas as 48 horas determinadas pela justiça para que João fosse transferido e o pedido de outros laudos que atestem as unidade para o tratamento, nenhum responsável pela regulação do Estado para acatar o pedido judicial, apareceu até este domingo (13).

O deferimento do pedido a justiça foi dado no dia 09 de maio, e no despacho foi citado que com urgência fosse providenciada uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e demais tratamentos para estabilização do quadro clínico do garoto. Porém, mesmo estando neste momento na UTI, a mãe de João Grabriel, Cândida Tauffer relata que a situação do filho está pior e a qualquer momento se ele não for para uma unidade que realiza o tratamento específico, pode acabar em um tragédia.

“O estado dele é grave.O coração do meu filho é uma bomba relógio pode descompensar a qualquer momento”, declara ela bastante abalada.

As 48 horas descritas pela justiça, era para que o núcleo médico do Tribunal de Justiça avaliasse os laudos e comprovasse quais os Hospital Referência para o tratamento no País. Sendo que a defensoria havia apresentado três hospitais; Hospital Pequeno Príncipe – Curitiba HCOR - São Paulo e Hospital Base São Jose de Rio Preto. Mas, segundo a mãe nem o núcleo apareceu neste prazo.

“Não passaram ainda, está dentro do prazo. Mas nossa correria é para que o papel não fique parado em uma mesa, até agora ninguém falou nada”.

No dia 04 de maio, João na época com 24 dias, 3,140kg, deu entrada no Hospital Regional em Água Boa, com uma cardiopatia grave ( 3 veias entupidas e Sopro). Ele não respirava direito, estava com uma cor amarelada ( estava ectério) e sem forças, precisou de oxigênio. Seus pais entraram em contato com a defensoria local, pedindo a transferência com máxima urgência para uma vaga na UTI Neonatal  e uma UTI Aérea, já que João não resistiria a remoção. No dia sete de maio, houve sua transferência para Rondonópolis, mas ele chegou desidratado e com dificuldades na respiração. No dia 08, houve o a liberação do laudo médico do hospital Santa Casa , aonde atestaram os problemas cardíacos e a urgência na remoção do João, já que em Rondonópolis não faz.


Fonte: MUVUCA POPULAR

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