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Cantina da Ernestina no Intermat pode ser fechada

Muvuca Popular

A popular “Cantina da Ernestina” localizada no Edifício Ceres (Intermat) virou alvo de uma investigação do Ministério Público. A portaria 011/2018 apura uma denúncia anônima de que a dona da cantina Ernestina Bom Despacho de Arruda Peixoto teria se apropriado de espaço público para ganho pessoal. A denúncia ocorreu após a reforma do restaurante, em 2018.

A cozinha do restaurante começou a funcionar em 1997 em um food truck, ao lado do prédio, até se mudar para uma dependência de alvenaria, mais aos fundos, em uma área destinada ao sindicato do órgão. A clientela aumentou, devido ao preço e ao sabor caseiro com múltiplas opção de alimentos, passando de servidores do próprio órgão, até outros como Seduc, TRT, até Famato ou Amaggi.

O refeitório era apenas contra-piso coberto por telhas Eternit, até se levantar as paredes e colocar ar-condicionado. A melhoria não agradou alguém, que fez a denúncia questionando a documentação para funcionar o restaurante. O problema é a documentação porque ainda não se sabe quem é o responsável pela área do Intermat, se o próprio órgão, ou a Seges (antiga SAD).

A promotora responsável por apurar o caso é Daniela Berigo Büttner Castor, que deu dez dias para os órgãos responderam se a “Cantina da Ernestina” está em situação legal e se a obra da reforma (a colocação dos aparelhos de ar-condicionado) passou por licitação. A depender do ímpeto do MPE a Cantina poderá ser fechada por falhas no controle de bens imóveis pelo governo.

A cantina tem como clientes freqüentes nomes como Ademar Adams, jornalista, e servidor do Tribunal do Trabalho, ou Hortêncio Paro, agrônomo, e um dos maiores pesquisadores de MT, especialmente do trigo no cerrado, e servidor da Empaer.


Fonte: MUVUCA POPULAR

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