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Victório Galli diz que coligação não depende apenas de aceitação de Selma Arruda

A ex-juíza Selma Arruda (PSL) ameaçou retirar candidatura caso partido feche aliança com MDB

Bruna Barbosa

Reprodução Web

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O presidente do Partido Social Liberal (PSL) em Mato Grosso, Victório Galli, disse que, apesar de nada definido, uma coligação entre o PSL e o Movimento Democrático Brasileito (MDB) não depende apenas de decisão da pré-candidata ao Senado Federal, Selma Arruda (PSL).

Para Galli (PSL), a situação deve ser avaliada, pois “todo segmento terá algo de errado no meio”. De acordo com o presidente do PSL, extremismos podem atrapalhar o processo eleitoral.

“Ela [Selma] tem que avaliar para não radicalizar totalmente esse processo. Se ficarmos no extremo fica difícil chegarmos num acordo, a não que suba no planque só o PSL e isso inviabiliza qualquer eleição”, disse.

Galli (PSL) declarou também que a construção de uma coligação precisa ser avaliada para que nenhum integrante fique “desconfortável”.

O presidente da sigla acredita que uma união com o pré-candidato ao governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PR), um dos principais aliados do MDB, seria lucrativa para o candidato.

“Ele [Fagundes] vai ter que avaliar o que será mais lucrativo para ele, se é ter o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) ou o PSL, que tem o Bolsonaro, Selma Arruda, que está bem cotada nas pesquisas, o Victório Galli, o segmento evangélico, além de um grupo de 40 candidatos”, avaliou.

Impasse

Recentemente, a ex-juíza ameaçou retirar candidatura caso o partido fechasse uma aliança com o MDB, um dos principais aliados do pré-candidato ao cargo de governador de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PR).

“O senador Wellington argumentou com a gente no sentido de que o MDB é um partido muito grande, com todos os tipos de visões, de pessoas, um partido muito antigo e que não teria problema nenhum em convivermos. Mas eu continuo com minhas restrições, não me sentiria a vontade coligada com MDB”, disse Selma em entrevista à Rádio Capital FM, no dia 5 de julho.

“Se houver imposição eu não compactuo e o meu projeto [candidatura ao Senado] fica por isso mesmo. Nós nos colocamos à disposição para trabalhar a favor de Mato Grosso, mas não vou vender minha alma para isso”, finalizou a ex-juíza.


Fonte: MUVUCA POPULAR

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