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Pedro Taques deixa Mato Grosso falido

Estudo mostrou que o estado corre risco de insolvência

Helena Corezomaé
Redação

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Um Relatório do Tesouro Nacional, apresentado nessa semana, mostrou que o governador Pedro Taques (PSDB) gastou mais com pessoal do que o permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

O problema vem se agravando nos últimos anos e o estado extrapolou as despesas com salários e aposentadorias.

Conforme a pesquisa, Taques comprometeu 65% da Receita Corrente Líquida (RCL) com a folha de pagamento.

Ao destinar a maior parte da receita para pagar servidores, sobra cada vez menos para manter o funcionamento de serviços básicos que estão sob a responsabilidade dos Estados, como segurança e educação.

“Se não forem revistos os parâmetros constitucionais atuais, há grande risco de ampliação das situações de insolvência nos próximos anos”, alerta o documento do Tesouro Nacional.

Por lei, as administrações não podem destinar mais de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) à folha de pessoal, o que coloca em risco as finanças públicas e aumenta o risco de insolvência.

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A má administração dos recursos será uma das heranças de Pedro Taques para a próxima gestão. O governador eleito Mauro Mendes (DEM) é quem vai ter que lidar com os problemas deixados por Taques.

Conforme Mendes, quando se candidatou a governador, tinha consciência da situação em que o Executivo se encontrava.

"Me candidatei a governador e tinha uma razoável consciência das dificuldades que iríamos enfrentar. Não entrei enganado. São muitas dificuldades. Vou fazer o meu papel e falar a verdade, além de mostrar as duras realidades. Mas todo mundo tem que colaborar, para sairmos desse buraco”, afirmou.

Entre as medidas já anunciadas pelo futuro governador, que assume o cargo em 1º de janeiro, estão a redução no número de secretarias e de servidores comissionados.


Fonte: MUVUCA POPULAR

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