Mauro Mendes é alvo de CPI de obras "fantasmas" | MUVUCA POPULAR

Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018

INVESTIGAÇÃO Domingo, 24 de Junho de 2018, 10h:00 | - A | + A




Mauro Mendes é alvo de CPI de obras "fantasmas"

Por: Da Redação

O vereador Luís Cláudio (PP) instaurou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias sobre obras ‘fantasmas’ executadas na Secretaria Municipal de Educação, no ano de 2016. A CPI já foi protocolada e irá apurar a suspeita de superfaturamento em obras não realizadas.

As investigações irão analisar as irregularidades verificadas no contrato de adesão n° 671/2016, referente a reformas em inúmeras escolas, que foi acordado entre a Secretaria de Educação e a empresa Avanci Construção e Serviços.

O ex-prefeito Mauro Mendes(DEM), gestor do mandato a ser investigado, e o secretário de Educação, atualmente vereador, Gilberto Figueiredo (PSB) são alvos.

Segundo Luís Cláudio, uma denúncia sobre a reforma da Escola "Octayde Jorge da Silva", no bairro Tancredo Neves, foi recebida e averiguada. Uma auditoria, em 2017, foi realizada através da Controladoria do Município e constatou-se que foi feito um pagamento de 70%, porém, apenas 30% da obra foi executada.

Além disso, a auditoria apontou que houveram pagamentos por tarefas não exercidas, medições em excesso, fraude nos relatórios fotográficos de medições, não inclusão de informes no sistema Geo Obras do Tribunal de Contas (TCE), medição com imagens e produtos não instalados e até atestado fiscal de contrato sem efetuar os serviços contratados.

Luís Cláudio explica que foram pagos R$ 32 mil, mas menos de um mês depois, a empresa faturou mais R$ 82 mil de distintas medições.

Assinaram a CPI os vereadores Diego Guimarães (PP), Adevair Cabral (PSDB), Chico 2000 (PR), Sargento Joelson (PSC), Wilson Kero Kero (PSL), Renivaldo Nascimento (PSDB), Antonio Lemes (PRP), Elizeu Nascimento (PSDC) e Juca do Guaraná (Avante).

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COMENTÁRIOS

(1) COMENTÁRIOS

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Aderson Padilha de Amorim - 21-06-2018 18:13:39

Começou a baixaria, os nobres vereadores devem sim exercer sua prerrogativas de fiscalização, mas não a mando de um partido politico com segundas intenções.

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