MPF denuncia sobrinho de Maggi pela segunda vez | MUVUCA POPULAR

Sábado, 17 de Novembro de 2018

INVESTIGAÇÃO Sexta-feira, 19 de Outubro de 2018, 16h:06 | - A | + A




Operação Ararath

MPF denuncia sobrinho de Maggi pela segunda vez

Samuel Maggi Locks foi denunciado por suposto envolvimento em esquema financeiro fraudulento

Por: Vitória Tumelero

O proprietário da empresa SML Comunicação e sobrinho de Blairo Maggi, Samuel Maggi Locks, foi denunciado pela segunda vez pelo Ministério Público Federal (MPF) por suposto envolvimento no esquema financeiro da Operação Ararath.

Além de Samuel, estão envolvidos no processo: Eder Moraes, o ex-secretário de Fazenda de Mato Grosso; Luiz Carlos Cuzziol, ex-gerente do Bic Banco; Hermes Rodrigues e Eliza Shigeko Kamikihara, gerentes da conta em nome da SML; José Bezerra de Menezes, presidente do BIC Banco; José Carlos Dias, ex-secretário de Comunicação e Elpídio Spiezzi Júnio, secretário adjunto de Comunicação.

De acordo com a ação, entre 2007 e 2008, os gerentes da SML, Hermes Rodrigues e Eliza Shigeko Kamikihara, juntamente com os representantes da Bic Banco, José Bezerra de Meneses e Carlos Cuzziol, forjaram empréstimos que totalizaram R$ 1,1 milhão.

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COMENTÁRIOS

(2) COMENTÁRIOS

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Moura - 22-10-2018 04:10:01

Muito antes destes nomes citados já praticavam altissimos esquemas um ex dono de uma loja de oneu na VG junto ao sr Ricardo Novis Neves dono de factoring. Bem como no antigo Bemat deixaram rastro como também no extinto Bamerindus, Itaú, cooperativas e Banco Rural da Amazônia. São peritos no assunto o que todos vedaram os olhos e ficou o dito pela não dito. A conclusão de tudo são vários laranjas e empresas laranjas em todos os setores com extensão até para outros Estados. Esses emergentes e ditos tradicionais mato grossenses aprontaram muito. Fora que não brincam em serviço.

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Colirio - 19-10-2018 21:15:40

FATO XV - DELAÇÃO ALAN MALUF - STF PROCEDIMENTO n° 1.1111.000.001718/2017-14 -0 - SELMA ARRUDA Narra que Fábio Galindo - ex-promotor de justiça, que compôs a Secretaria de Segurança do Estado do Mato Grosso - após se exonerar, ofereceu ao colaborador e a outro empresário (dado não ficou suficientemente claro) uma "estratégia" para blindar o colaborador de ações junto ao GAECO, informando ser muito próximo do coordenador, Marco Aurélio e da juíza da 7 vara de Cuiabá, Selma Arruda. Cobrou-lhe R$ 3.000.000,00, para tanto. Aponta, como possível elemento de corroboração o levantamento das ERBs de Fábio Galindo no dia 20.3.2016, apontando os terminais utilizados por ele à época. Decisão JUDICIAL: vedação ao envio à 7" Vara Criminal Comum de Cuiabá, mencionada nas declarações DO DELATOR A JUÍZA SELMA ARRUDA.

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