Pesquisa do IBGE aponta 2.324 pessoas vivendo em áreas de risco em MT | MUVUCA POPULAR

Quarta-feira, 18 de Julho de 2018

POLÍTICA Sexta-feira, 29 de Junho de 2018, 14h:08 | - A | + A




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Pesquisa do IBGE aponta 2.324 pessoas vivendo em áreas de risco em MT

Municípios de Colniza, Comodoro, Nova Olímpia, Paranatinga, Santa Terezinha e Santo Antônio do Leverger foram monitorados. IBGE utilizou dados do Censo de 2010.

Por: Bruna Barbosa

Sete municípios de Mato Grosso possuem 2.324 pessoas vivendo em área de risco, segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), divulgado nessa quinta-feira (28). O monitoramento das áreas de risco sujeitas a inundações e deslizamentos realizadas pelo IBGE foram associadas às informações do Censo 2010.

Em 2010, Cuiabá tinha 551.098 habitantes, sendo que destes 970 moravam em áreas de risco. No total, 697 residências de Mato Grosso foram construídas em áreas sujeitas a desastres naturais.  

Os municípios de Colniza, Comodoro, Nova Olímpia, Paranatinga, Santa Terezinha e Santo Antônio do Leverger, foram analisados pela pesquisa. Nesses locais, 22 áreas de risco foram encontradas. Em 2010, Mato Grosso tinha pouco mais de 3 milhões de habitantes em 141 municípios.

De acordo com a publicação, a região Centro-Oeste caracterizou-se pela menor população vivendo em áreas de risco, somando 7.626.

Dos 19 estados da região, nenhum ultrapassou o número de 2 mil habitantes por área sujeita a desastres naturais.

 

Perfil

A pesquisa também monitorou o perfil das pessoas que viviam em áreas de risco naquele ano, levando em consideração o número de crianças e idosos. Na região Centro-Oeste, por exemplo, essa camada da população era composta por 9,7% de crianças menores de 5 anos e 8,4% por idosos.  

“Entre os estados dessa região, a distribuição de crianças e idosos expostos foi relativamente equilibrada”, diz trecho da publicação sobre o número de crianças e idosos nos estados da região Centro-Oeste.

Além do perfil por idade, a pesquisa também monitorou os municípios onde, além de viver em área de risco, os moradores também não tinham acesso a rede esgoto ou fossa séptica, consideradas as formas adequadas de saneamento básico.

No Centro-Oeste, 52,5% das pessoas habitavam moradias sem esgotamento sanitário adequado. Todos os estados dessa região apresentaram mais de 40% dos moradores em áreas de risco sem acesso à rede geral de esgotamento sanitário.

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COMENTÁRIOS

(2) COMENTÁRIOS

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Jessica - 11-07-2018 16:21:56

É, é a realidade sem falr dos moradores de rua

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Diego - 30-06-2018 11:47:54

Se essa pesquisa roda cuiaba os numeros vao aumentar muito

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2 comentários