Justiça determina soltura de policiais suspeitos de facilitar entrada de celulares | MUVUCA POPULAR

Segunda-feira, 23 de Setembro de 2019

GERAL Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019, 16h:43 | - A | + A




Operação Assépsia

Justiça determina soltura de policiais suspeitos de facilitar entrada de celulares

Desembargadores alegam incompetência nos decretos de prisões


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Os desembargadores da 2ª Câmara Criminal revogaram a prisão preventiva dos policiais militares presos na Operação Assépsia. Os suspeitos de facilitar a entrada de celulares na Penitenciária Central do Estado (PCE), Cleber de Souza Ferreira, Ricardo de Souza Carvalhaes de Oliveira e Denizel Moreira dos Santos Júnior foram detidos em junho.

Apesar do recurso atendido, o militar Cleber Ferreira segue detido devido a uma nova prisão preventiva determinada pelo juízo da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, nesta quarta-feira (21). Dessa vez, ele é investigado por envolvimento na venda ilegal de armas.

Com a revogação da preventiva, seguem presos os diretores da PCE, Revétrio Francisco da Costa e Reginaldo Alves dos Santos, detido na operação.

O desembargador Paulo da Cunha alegou que os fatos investigados tem “umbilical” ligação com crimes militares e deve ser tratado na Vara adequada. Dessa forma, o juízo da 7ª Vara Criminal não teria competência para decretar prisões, nem dar seguimento a ação.

Paulo da Cunha tinha pedido vista do recurso, na semana passada, e agora votou por conceder o pedido. Também votou pelo desmembramento da ação quanto aos militares e o processo deve ser remetido para a 11ª Vara Criminal e Justiça Militar de Cuiabá.

Operação Assépsia
A investigação conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) apura o envolvimento de militares e agentes na facilitação da entrada de um freezer cheio de celulares que seriam destinados ao Comando Vermelho, na PCE.
A entrada aconteceu em junho, pouco antes da chegada do líder da facção, Sandro Louco.

São acusados de agir para o delito os membros do Comando Vermelho Paulo Cesar dos Santos, vulgo “Petróleo”, e Luciano Mariano da Silva, conhecido como “Marreta”, o então diretor da PCE, Revétrio Francisco da Costa; o vice-diretor, Reginaldo Alves dos Santos e os militares Cleber de Souza Ferreira, Ricardo de Souza Carvalhaes de Oliveira e Denizel Moreira dos Santos Júnior.

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COMENTÁRIOS

(3) COMENTÁRIOS

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Margarethe - 22-08-2019 09:35:36

Não entendi a prisão dos policiais.

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ANCELMO - 22-08-2019 09:34:50

Tem que fazer o que determina a lei para que os profissionais não caia em julgamento infelizmente o nosso País as leis são branda com infratores

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Estamos de olhos - 22-08-2019 09:33:28

Normal, tem achei que iam ficar presos

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3 comentários