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Quinta-feira, 21 de Novembro de 2019

GOVERNO Sexta-feira, 14 de Junho de 2019, 15h:01 | - A | + A




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Professores terão que provar que não participaram da greve para receber salário

No mínimo dois professores afirmam estarem sendo impedidos de darem aula


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O governo do Estado avisou que os profissionais da Educação que não aderiram à greve da categoria, que foi iniciada em 27 de maio, terão que provar que estavam em desacordo com a paralisação e foram impedidos de trabalhar para não terem os salários descontados.

Pelo menos dois professores da Escola Estadual Marcelina de Campos, situada no bairro Jardim Santa Amália, em Cuiabá, registraram boletim de ocorrência para comprovar que estavam dispostos a trabalhar, mas foram impedidos.

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), casos assim devem ser informados à Assessoria Pedagógica que atende à unidade escolar.

Mesmo após o anúncio do corte de ponto, os profissionais da Educação decidiram em conjunto, em assembleias gerais e nas sub-sedes, que a greve continua por tempo indeterminado.

O governador Mauro Mendes (DEM) afirma que é inviável para o Estado conceder o aumento de 7,9% que é reivindicado pelos profissionais. De acordo com o governo, até o início desta semana, 35 escolas estaduais concordaram com a decisão de voltar às atividades.

O estado de Mato Grosso possui cerca de 700 unidades de ensino e o sindicato afirma que o corte de salários não enfraquece o movimento grevista.

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Dornele$ - 14-06-2019 15:59:29

☄Fim dos tempos? ???? O menino Rhuan de 9 anos, foi morto por um casal homossexual, do qual uma delas era sua Mãe. Foi esquartejado e esfaqueado, queimado o rosto, desmembrado as partes do seu corpo, jogado em um bueiro dentro de uma mala, no Distrito Federal. O menino já vinha sofrendo desde 1 ano atrás, quando sua mãe e companheira, MUTILARAM seu órgão genital (cortaram), para que ele virasse mulher. O menino foi sequestrado do pai, que tinha sua guarda, no estado do Acre em 2015. Desde então fugiram para Goiás, até chegar no DF, e há 2 anos o menino vivia em cárcere privado. Não ia a escola para que não descobrissem, a “cirurgia caseira” segundo o casal. Para controlar as infecções, a mãe alegou que assistia vídeos instrutivos pela internet. O caso que aconteceu em 31 de maio de 2019, foi abafado pela mídia. A comunidade LGBTQ que sempre se posiciona fortemente quando ocorre vítimas, por ser um caso contrário, não se pronunciou nem pra deixar uma nota de repúdio. E a grande mídia por sua vez, as Tvs abertas, pouco noticiaram. A DIVULGAÇÃO não foi zero. Porém foi discreta o suficiente para não tornar ciente a população, nem chegar aos lares. Apenas algumas Filiais de tv, gravaram matéria, como o Sbt Brasília. O próprio G1 divulgou apenas um texto. O Governo do Acre cobriu e custeou a transferência do corpo. E acelerou a liberação pelo IML. Vejam bem, fatos criminosos acontecem todos os dias, porém um caso ímpar e incomum como o de Rhuan, não poderia passar despercebido! Sem falar de seu sofrimento anterior ao crime: sequestro e mutilação de uma indefesa e inocente criança! O caso merecia tão grande repercussão como o caso de Isabella Nardoni. Mas resolveram ocultar essa Barbárie! Poupar sua divulgação. Por que? Menino Rhuan descanse em paz! E que a justiça seja feita!

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