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Profissão: "baba-ovo" - deputados que só sabem puxar-saco

Sem preparo nem ideia, representantes gastam verba idolatrando presidente

Redação
Muvuca Popular

 

Ao eleger deputados estaduais, parcela da população acreditou que estava escolhendo nomes que estivessem do lado certo e fossem usar o poder para defender assuntos sérios, pertinentes a vida cotidiana, para melhorar a educação, saúde, mudar o estado, atingir positivamente a vida do povo.

Alguns parlamentares, porém, carecem de o mínimo de preparo para tanto.

É o caso do estadual Sílvio Fávero (PSL) e o federal Nelson Barbudo, do mesmo partido. Ambos só conseguem uma ponta de destaque pela idolatria ao presidente Jair Bolsonaro, algo que grande parte dos seus seguidores já fazem de graça.

Estes ditos representantes, no entanto, usam verba, tem veículos à disposição, assessores, ganham salário de super-heróis para unicamente ficar babando no presidente. Não sai uma ideia útil, uma proposta que o valha, nada que resolva a vida dura dos seus eleitores ou de qualquer pessoa além dos seus apaniguados políticos espalhados nas redes sociais. A linha fina de ligação com o respectivo eleitorado é tão somente idolatrar e idolatrar o presidente, além, claro, de xingar os contrários.

Vem o Diário de Cuiabá, por exemplo, que o estadual Fávero propôs um projeto que transforma escolas públicas do Estado em colégios militares. A obsessão de Bolsonaro por botinas, ao que parece, contaminou o deputado mato-grossense. 
No seu projeto, Fávero destaca a importância da escola militar, na medida em que elas exigem a execução diária do Hino Nacional em postura adequada e formação de fila marcial para acesso às salas de aulas. 
Já no âmbito federal, destaca o DC, Nelson Barbudo também não esconde o quanto é fã de Jair Bolsonaro. Em entrevista ao jornal A Gazeta, NB se desmanchou em elogios ao presidente e disse que, por ele, “coloca a mão no fogo”. 

É isso, ganham manchete e destaque na mídia apenas para fazer o que milhões de robôs e seguidores do presidente já fazem de graça. E o pior, todos os contribuintes, bolsonaristas ou não, pagam a conta para manter essas pessoas no poder.

Em tempo: Outro que se enquadra nesse quesito é o deputado José Medeiros, que faz em seu mandato, esticado em Brasília graças a popularidade do capitão, um assumido papel de capacho presidencial, sem nenhum pudor ou noção do que representa seu contracheque.

P.S. Ainda que haja as críticas, há quem defenda o 'importante' papel que estes senhores estão desempenhando nos parlamentos, embora não saibam explicar qual seja.


Fonte: MUVUCA POPULAR

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