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Sintep instaura ação na Justiça contra corte de pontos do Governo

Sindicato alega que greve dos professores é baseada nos fundamentos da lei

Redação

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep-MT) protocolou nesta semana uma Ação Civil Pública contra o corte de ponto, estabelecido pelo governador Mauro Mendes (DEM) aos servidores que aderiram à greve na Educação.

A medida de corte foi imposta pelo governador, porém, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram a decisão e a obrigatoriedade do corte.

No entanto, segundo a assessoria jurídica do sindicato, o processo instaurado pelos servidores possui mais de 40 páginas documentadas e embasadas nos fundamentos que garantem a legalidade da greve. A classe também solicitou, por meio da ação, um pedido de liminar para impedir o desconto dos dias de greve.

Há 18 dias em greve, os professores cobram do Estado melhorias na carreira e estrutura da Educação, o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA), o cumprimento da Lei que prevê o dobro do poder de compra para a categoria até 2023 e o fim do escalonamento salarial.

Na última quarta-feira (12), em ato de manifestação, os professores grevistas se reuniram na ponte Júlio Müller, que liga as cidades Cuiabá e Várzea Grande, e bloquearam a passagem de carros e ônibus em protesto contra o Governo e em favor das reivindicações de suas pautas.

Após acusações do gestor do estado de que o Sintep estaria proibindo algumas escolas a voltarem com as aulas, o presidente da sigla, Valdeir Pereira, alegou que a fala de Mendes demonstra o desespero para ignorar os pedidos da classe.


Fonte: MUVUCA POPULAR

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