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UEE afirma que se inicia uma era sombria na UFMT

Universidade anunciou que irá suspender o RU e bolsas de acolhimento para estudantes carentes

Helena Corezomaé
redacaomuvuca@gmail.com

 Biblioteca da UFMT | Foto: montagem 

Por meio de nota, a União Estadual dos Estudantes (UEE-MT) afirmou que se inicia uma era sombria na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), após o contingenciamento do Ministério da Educação que levou a reitora da instituição, Myrian Serra, a fazer cortes que irão prejudicar os estudantes.

“No dia 04 de setembro de 2019, inicia uma era sombria na Universidade Federal de Mato Grosso, a magnifica reitora realizou uma reunião com os diretores da universidade informando às medidas que serão tomadas devido ao contingenciamento do MEC. O terceiro corte financeiro anunciado pelo ministro da educação Abrahan Weintraub, cominou com o estrangulamento financeiro da universidade”, declaram na nota.

As medidas emergenciais adotadas pela reitoria a partir de 9 de setembro são: a suspenção do RU, suspensão do ligeirão e as bolsas de acolhimento imediato, esses são alguns dos auxílios imprescindíveis na vida dos estudantes da universidade.

“A União Estadual dos Estudantes do Mato Grosso repudia os cortes que ocorreram na UFMT, é sábio que a comunidade acadêmica oferece serviços de grande valor a sociedade mato-grossense, os cortes irresponsáveis do (des)governo Bolsonaro golpeiam gravemente a autonomia universitária”, afirmou a UEE.

Além disso, enfatizaram que o intuito do presidente Jair Bolsonaro (PSL) é enfraquecer o ensino superior brasileiro, levando o Brasil a um colapso educacional. Os estudantes também criticaram o projeto FUTURA-SE, que é visto por muitos especialistas como uma medida que pretende privatizar as universidades, é uma grande afronta a autonomia das universidades publicas brasileiras.

“A UEE/MT não aceitará retrocessos, não permitiremos o desmonte da coisa pública, do ensino público gratuito, democrático e universal. Convocamos há todas as representações estudantis e de cursos da UFMT a se posicionarem contra esse violento ataque a universidade”, declararam.

Para combater os retrocessos, os estudantes convidam os trabalhadores da educação, os movimentos sociais e a todos os mato-grossenses que se indignam com as medidas tomadas pelo governo Bolsonaro para se manifestarem em 07 de setembro por uma educação pública, gratuita e de qualidade.

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Fonte: MUVUCA POPULAR

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