Igreja Batista Getsemâni

Ossada enterrada há no mínimo 2 anos

Perícia encontrou alguns pertences da vítima que podem ajudar na identificação

Redação

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Uma ossada humana, pertecente a um homem, foi encontrada na tarde deste domingo (20), no km 3 da rodovia do Peixe em Rondonópolis (212 km da Capital). Foi necessário cavar para encontrar outras partes do esqueleto que estavam enterradas.

Segundo informações, algumas pessoas que passavam pelo local viram parte dos ossos e acionaram a Polícia Militar.

Foi encontrado também as roupas da vítima e uma botina de numeração 40.

A Politec (Perícia Oficial de Identificação Técnica) foi até o local e encaminhou o corpo até o IML (Instituto Médico Legal).

É estimado que o corpo estava naquele local de dois a três anos.

“O crânio estava intacto. Não observamos nenhuma perfuração por arma de fogo, ou coisa parecida. Tivemos que escavar algumas partes dos ossos e conseguimos remontar de 70 a 80% do esqueleto. Nesses casos é importante localizar os pertences da vítima. Eu achei uma botina de número 40. Encontramos restos de uma camisa e uma cinta também, dessas do tipo tecidos trançados, e também uma lona com restos de tinta. Isso tudo ajuda a identificar, pois um pai ou uma mãe que tem um filho desaparecido nunca deixa de procurar, ou pelo menos, já vai eliminando possibilidades também", explicou o responsável pela perícia, Rubens Pereira.

Outro caso

Há um mês, a ossada humana de Lis Maria Rodrigues, de 42 anos, foi encontrada às margens do Anel Viário, também em Rondonópolis (212 km de Cuiabá).

Segundo o Coordenador do IML de Rondonópolis, Wladimir Lopes do Nascimento, a identificação dos restos mortais de Lis foi realizada através de exame de arcada dentária. “Como ela foi encontrada totalmente esqueletizada, só haveria duas formas de exames para identificação: o de odontologia e o DNA. Como a família tinha moldes recentes feitos pela dentista que a atendia, encaminhamos para a odontologia legal, em Cuiabá, onde foi constatado que era ela.”

O coordenador diz que não se pode apontar a causa morte, devido ao tempo que o corpo ficou exposto. “Apesar de não saber o motivo do óbito, podemos ao menos excluir, por exemplo, que tenha sido em consequência de um tiro de arma de fogo.”

A ossada foi sepultada no cemitério da Vila Paulista em Rondonópolis.

O caso está sendo investigado pela Polícia Judiciária Civil (PJC).


Fonte: MUVUCA POPULAR

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