Preso na Operação Polygonum 6 é reincidente em crimes ambientais | MUVUCA POPULAR

Sábado, 19 de Outubro de 2019

MUVUCADAS Segunda-feira, 16 de Setembro de 2019, 20h:40 | - A | + A




Carlos Vítor é 'freguês' da polícia (Veja lista)

Preso na Operação Polygonum 6 é reincidente em crimes ambientais

Carlos Vítor é 'freguês' da polícia (Veja lista)


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Entre os 12 pessoas presas por supostas fraudes na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), na Operação Polygonum 6, ocorrida nesta segunda (16), um já é 'freguês' da justiça. O engenheiro florestal Carlos Vítor Timo Ribeiro Júnior, um dos envolvidos no esquema desbaratado agora, já foi preso em outra operação, em 2013, sob as mesas acusações.

Além de Carlos Vítor, outras 11 pessoas, entre engenheiros, empresário e servidores, foram alvos. Veja os nomes:

- Heverton Neves Rodrigues de Moraes

- Ronnky Chaell Braga da Silva

- Augusto Carvalho Schneider

- André Luiz Ferreira de Souza

- Pedro Dalla Nora

- Alessandro Pontes Gomes

-Juelson do Espírito Santo Brandão

- Roberto Correa de Arruda

- Roberto Passos de Oliveira

- Maurilio Evanildo Vilas Boas

- César Farias.

 
 

 

Os mandados de prisão foram expedidos pela juíza Ana Cristina Mendes, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá. Como o caso está em sigilo, a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual não informaram se os mandados foram cumpridos.

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COMENTÁRIOS

(1) COMENTÁRIOS

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Justino Cuiabano Fiel - 17-09-2019 20:33:57

O Poder Judiciário Estadual mandou soltar quatro pessoas presas na última segunda-feira (16) durante a 6ª fase da operação “Polygunum”, que apura um esquema de desmatamento ilegal em Mato Grosso a partir de fraudes na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT). De acordo com informações, foram soltos César Farias – alvo de outra operação (Terra à Vista), e que já foi preso em março deste ano -, o produtor rural de Paranatinga (375 KM de Cuiabá), Pedro Dalla Nora, além dos engenheiros florestais Carlos Vitor Timo Ribeiro Júnior e Roberto Passos de Oliveira.. Não há detalhes sobre a decisão que determinou a liberdade dos réus em razão do processo tramitar em segredo de Justiça. De acordo com informações preliminares, 12 pessoas foram alvo da 6ª fase da “Polygunum” - Heverton Neves Rodrigues de Moraes, Ronkky Chael Braga da Silva, Augusto Carvalho Schneider, André Luiz Ferreira de Souza, Pedro Dalla Nora, Alessandro Pontes Gomes, Carlos Vitor Timo Timo Ribeiro Junior, Juelson do Espírito Santo Brandão, Roberto Correa de Arruda, Roberto Passos de Oliveira, Maurilio Evanildo Vilas Boas e César Farias. A sexta fase da operação, com foco na tipologia de áreas, é resultado das investigações realizadas pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e o Ministério Publico Estadual, com apoio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). Os mandados foram expedidos pela Juíza da Vara Especializada do Crime Organizado, Ana Cristina Silva Mendes. A investigação refere-se a fraudes praticadas por servidores públicos, proprietários rurais e engenheiros florestais, no âmbito da Gestão Florestal, visando a supressão da vegetação nativa, diminuindo a área destinada à Reserva Legal, ao classificar irregularmente a tipologia da propriedade de área de floresta em área de cerrado. Relatórios de Tipologia elaborados por Engenheiros Florestais, contendo informações falsas acerca do tipo de vegetação existente no imóvel, eram encaminhados à Sema, cujo órgão é responsável por vistoriar a área e confrontar as informações apresentadas no laudo. Ocorre que alguns servidores responsáveis pela vistoria iam a propriedades rurais e validavam as informações falsas, reenquadrando a classificação da fitofisionomia vegetal, aumentando a área passível de desmate. As investigações indicam que proprietários de imóveis rurais, por meio de engenheiros florestais, estariam fraudando o sistema ambiental com relatórios ambientais inidôneos. O imóvel localizado em bioma amazônico, por exemplo, pode ser desmatado em apenas 20%. Contudo, se a tipologia florestal for de cerrado, o proprietário tem direito a desmatar 65%. Com um relatório falso aprovado pela Sema é possível desmatar mais do que o triplo permitido pelo Código Florestal. Assim, uma fazenda de 10.000 hectares, localizada no bioma amazônico, poderá desmatar 4.500 hectares a mais com o relatório fraudado. Essas informações ficam registradas no sistema e, com o uso de imagens de satélite e outras ferramentas tecnológicas, podem ser auditadas em qualquer momento, mesmo após os desmatamentos. Peritos do Ministério Público, auxiliados por um pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e fiscais do Ibama, vistoriaram 22 propriedades, com indícios de crime em 18. A operação deflagrada nesta segunda-feira investiga 10 propriedades onde foram constatados indícios de fraudes.   Está pronto para começar a acompanhar suas finanças?Ripio| Patrocinado Próstata: Faça isto todos os dias e deixe-a saudávelRenovaProst| Patrocinado Pensando em comprar um carro? Evite os 50 carros com maior desvalorização do mercado!Senhor Carros| Patrocinado Confira as datas de lançamento das sequências mais aguardadas de HollywoodTrendscatchers| Patrocinado A maior descorberta para driblar o envelhecimentoGnesis| Patrocinado Dona de posto reage a assalto e atropela ladrões em VGFolha Max VOLTAR Comentários (5) Duvidoso |  17/09/2019 16:04:44 Porque que a secretária da sema e as superintendentes dela não foram presas? Porque só pegaram os lambaria e deixaram os tubarões ? Qual intenção desta operação? 3 0 Marcus |  17/09/2019 16:04:08 Se é para soltar pq Prende? eu nao entendo esse povo do Judiciario. Só p gastar dinheiro publico 0 0 investigador social |  17/09/2019 16:04:06 só bona gente!!!!!!!!!!!daqui a pouco estão todos soltos e cometendo os mesmos crimes, infelizmente. 1 0 José |  17/09/2019 15:03:18 Estão liberados podem estorquir fraldar roubar agora com aval da justiça podem até gritarem viva a impunidade 1 0 José |  17/09/2019 14:02:42 Era de se esperar sempre que sabem que tem políticos envolvidos não da em nada o ministro Luiz Fux tinha razão quando falou que avia um sistema de corrupção generalizada em todos os poderes do Estado de mato grosso não sou eu que estou falando o ministro Luiz Fux disse todos ele disse todos todos tai a prova um caga outro limpa 0 0 Postar um novo comentário Nome: E-mail: Enviar comentário Confira também:VEJA TODAS Setembro de 2019 MPE pede aumento de pena de servidor da AL envolvido em esquemas Terça-Feira, 17.09.2019 19h55 Campos é homenageado no Senado Terça-Feira, 17.09.2019 18h46 TCE vê "terceirização ilegal" e proíbe 5 cidades de MT de pagarem Oscip Terça-Feira, 17.09.2019 18h36 Mato Grosso deve receber R$ 1 bilhão até fim do ano e equilibrar contas Terça-Feira, 17.09.2019 17h31 CCJR votou 14 propostas em reunião ordinária Terça-Feira, 17.09.2019 17h00   Copyright 2019 Folhamax - Mais que Notícias, Fatos  Telefone: (65)3028-6068 - Todos os direitos reservados

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