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POLÍTICA Quinta-feira, 09 de Janeiro de 2020, 14h:48 | - A | + A




50 TONS

Advogado envia contrato de submissão sexual com cliente ao TJMT

Bacharel em Direito enviou o documento sem querer


redacaomuvuca@gmail.com

Foto: Reprodução

Um advogado identificado pelas iniciais R.G.A.A.S. cometeu o grave erro de enviar, por engano, um contrado de submissão sexual com uma cliente ao Tribunal de Justiça (TJMT). O bacharel em Direito se confundiu na hora de encaminhar os documentos e, ao invés de mandar um processo de indenização por danos morais contra uma seguradora, acabou enviando o acordo sexual. 

O contrato é inspirado no famoso filme Cinquenta Tons de Cinza, do livro escrito pela autora E.L. James, onde os protagonistas estabelecem um acordo com regras para a relação de "dominador" e "submissa".

"O propósito fundamental do presente contrato é permitir à submissa explorar de maneira segura sua sensualidade e seus limites, respeitando e considerando devidamente suas necessidades, seus limites e seu bem-estar", diz trecho do documento. 

O contrato foi assinado no dia 7 de outubro de 2019 e teve 3 meses de vigência. O processo, contudo, também discorre sobre a possibilidade de extensão do acordo, sujeita a ajustes dos termos após discussão entre submissa e dominador. O caso veio à tona após viralizar nas redes sociais. 

O documento prevê que a submissa sirva e obedeça ao dominador, sem questionar ou hesitar o "prazer sexual" que ele solicitar, das noites de sexta-feira até as tardes de domingo. Dominador, por outro lado, pode controlar, dominar, disciplinar e ter a mulher como sua propriedade durante  a vigência. 

"A submissa sempre se conduzirá de maneira respeitosa para com o dominador e só se dirigirá a ele como senhor, Sr. Grey, ou outra forma de tratamento que o Dominador indicar", diz um dos artigos, em referência ao nome do protagonista do romance.  

A cliente aceitou ser açoitada, espancada, chicoteada e castigada fisicamente, por disciplina, prazer ou "qualquer outra razão". O contrato prevê também o uso de algemas e amarradas por períodos de tempo prolongados. Marcas permanentes e atos que causem dano sério ou risco à vida da submissa foram proibidos. 

Foram, ainda, criados códigos para situações desconfortáveis. O "amarelo" seria utilizado para informar que a submissa chegou perto de seu limite suportável. O "vermelho" indica que a mulher não tolerará qualquer outra exigência e que o ato deve ser encerrado.  

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COMENTÁRIOS

(3) COMENTÁRIOS

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Oi? - 10-01-2020 14:11:34

Uma pergunta técnica: se uma das partes descumprir o contrato, em qual instância se pode exigir a reparação?

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Ragu - 09-01-2020 18:10:55

Parece que era tipo de contrato, é normal na categoria. ????

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Wagner - 09-01-2020 18:09:53

Esse fez uma merda do tamanho do mundo hahajajhaja

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3 comentários

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