Advogado reverte situação e prefeito de Alto Taquari volta ao cargo | MUVUCA POPULAR

Sexta-feira, 22 de Novembro de 2019

POLÍTICA Sábado, 09 de Novembro de 2019, 13h:58 | - A | + A




Sem justa causa

Advogado reverte situação e prefeito de Alto Taquari volta ao cargo

Justiça havia afastado Fábio Mauri por suspeita de improbidade administrativa


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 Prefeito de Alto Taquari - Fábio Mauri Garbúgio (PDT) I Foto: Reprodução

Após ter sido afastado da prefeitura de Alto Taquari sob acusação de uma suposta cobrança de propina, o prefeito Fábio Mauri Garbúgio (PDT), poderá finalmente, voltar a atuar ao cargo que lhe foi designado, graças a atuação dos seus advogados, através do escritório Zambrim Brito e Vieira Passos.

Conforme o documento emitido nesta sexta-feira (8), pelo desembargador do Tribunal de Justiça (TJMT), Mario Roberto Kono de Oliveira, não existem razões para que Fábio não continue na chefia da gestão municipal, visto que, sua retomada não “implicaria risco”, à cidade.

“Posto isso, não evidenciado que o agente público implica risco à instrução processual acaso permaneça no exercício do cargo, merece reforma a decisão que deferiu o pedido de afastamento da função”, consta no autos.

Além disso, a decisão cita que o Juízo de 1° grau se baseou exclusivamente nas declarações dadas pelo vice-prefeito, Marco Aurélio Julien (PRB), que tinha como única pretenção assumir o lugar de Fábio.

“Assevera que, inexiste justa causa para o seu afastamento cautelar, uma vez que não há elementos que indiquem a pretensão de destruir documentos, forjar provas, intimidar servidores públicos subordinados, testemunhas ou obstar a atuação dos órgãos de controle”, aparece na decisão.

O caso

O prefeito de Alto Taquari, Fábio Mauri Garbúgio (PDT), foi acusado improbidade administrativa por cobrar uma propina no valor R$ 17 mil de um fazendeiro. Onde em troca, liberaria um caminhão com produtos agrícolas que estava saindo da propriedade rural do município.

Fábio foi obrigado a se afastar de seu cargo na prefeitura por 180 dias. Além, da determinação do juiz Fábio Alves Cardoso, em que pedia a indisponibilidade dos bens o prefeito em até R$ 51 mil.

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COMENTÁRIOS

(1) COMENTÁRIOS

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Gedeão - 10-11-2019 05:59:24

Justiça sendo feita

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