"Cabeças do Congresso" não tem nenhum congressista mato-grossense | MUVUCA POPULAR

Segunda-feira, 17 de Junho de 2019

POLÍTICA Sexta-feira, 14 de Junho de 2019, 13h:37 | - A | + A




Ranking do DIAP

"Cabeças do Congresso" não tem nenhum congressista mato-grossense

Tradicional ranking do DIAP identifica anualmente os deputados e senadores que se sobressaem em cinco categorias


Da Sucursal de Brasília

 

O tradicional “Cabeças do Congresso”, ranking do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) que analisa a atuação de deputados federais e senadores, não possuem nenhum parlamentar de Mato Grosso. A última vez que apareceram congressistas do Estado foi em 2013, quando os ex-senadores Pedro Taques, que era do PDT, e Blairo Maggi (PR) foram considerados “cabeças” numa lista de 100 políticos mais influentes do Congresso Nacional. Na época, o então deputado federal Nilson Leitão (PSDB), figurou como um parlamentar em “ascensão”.

O DIAP identificou e classificou os parlamentares em cinco categorias, de acordo com as habilidades de cada um, dando destaque à característica principal de cada operador-chave do processo legislativo. Os operadores-chave são: 1) debatedores; 2) articuladores/organizadores; 3) formuladores; 4) negociadores; e, 5) formadores de opinião. As classificações não são excludentes. Assim, um parlamentar pode, além de sua habilidade principal, possuir outras secundárias.

“Entre os 100 parlamentares que comandam o processo decisório no Congresso, 71 são deputados e 29 são senadores. São os operadores-chave do Congresso Nacional. Isto é, sem esses deputados e senadores o processo político congressual, em 2019, teria, talvez, menos qualidades, no período compreendido de fevereiro a junho, quando foi feita a identificação. A publicação impressa vai ser lançada em breve”, informa a assessoria do DIAP.

Os “Cabeças” do Congresso Nacional são, na definição do DIAP, aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de todas ou algumas das qualidades e habilidades aqui descritas. Entre os atributos que caracterizam um protagonista do processo legislativo, destacamos a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão. Enfim, é o parlamentar que, isoladamente ou em conjunto com outras forças, é capaz de criar seu papel e o contexto para desempenhá-lo.

A pesquisa inclui apenas os parlamentares que estavam no efetivo exercício do mandato no período de avaliação, correspondente ao período de fevereiro a junho de 2019. Assim, quem esteve ou está licenciado do mandato, mesmo influente, não faz parte da publicação. Por isto, não constam entre os 100 mais influentes de 2019 os deputados e ministros do governo Jair Bolsonaro — Onyx Lorenzoni (DEM-RS), ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República; Osmar Terra (MDB-RS), ministro da Cidadania; Tereza Cristina (DEM-MS), ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e o deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), secretário de Planejamento no estado do Ceará.

Além dos 100 “Cabeças”, desde a 7ª edição da série, o DIAP divulga levantamento incluindo na publicação anexo com outros parlamentares que, mesmo não fazendo parte do grupo dos 100 mais influentes, estão em plena ascensão, podendo, mantida a trajetória ascendente, estar futuramente na elite parlamentar. São os parlamentares em “Ascensão” no Poder Legislativo.

Representação por estado

A quantidade de parlamentares por unidade da Federação varia de 21, no estado de São Paulo, a 1 nos estados do Acre, Distrito Federal, Rondônia e Tocantins.

Empatados com 2 parlamentares cada nos “Cabeças” 2019 estão 7 estados: Alagoas, Amapá, Maranhão, Piauí, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Sergipe.

Os “Cabeças” 2019 possui 10 estados em que 2 dos 3 senadores estão entre os mais influentes do Parlamento. São eles: Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Piauí, da Região Nordeste; Amazonas e Amapá, da Região Norte; e São Paulo e Minas Gerais, da Região Sudeste.

Na companhia de Mato Grosso entre os estados sem “cabeças” no Congresso Nacional estão Espírito Santo, Pará, Rio Grande do Norte e Roraima.

Critérios

Para a classificação e definição dos nomes que lideram o processo legislativo, o DIAP adotou critérios qualitativos e quantitativos que incluem aspectos posicionais (institucionais) reputacionais e decisionais. O órgão entende como critério posicional ou institucional, o vínculo formal ou o posto hierárquico ocupado na estrutura de uma organização; o reputacional, a percepção e juízo que outras pessoas têm ou fazem sobre determinado ator político; e o decisional, a capacidade de liderar e influenciar escolhas.

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COMENTÁRIOS

(2) COMENTÁRIOS

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Cida - 14-06-2019 15:09:38

Tá feio a nossa situação ..

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MILITANTE - 14-06-2019 16:26:34

CERTO MATÉRIA VAZIA CADE A CITADA LISTA, NÃO SOU JORNALISTA MAIS ACREDITO QUE A MATÉRIA ESTA INCOMPLETA.

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2 comentários