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Sexta-feira, 14 de Maio de 2021

POLÍTICA Terça-feira, 20 de Abril de 2021, 16h:25 | - A | + A




Crise Econômica

Empresas de Turismo realizam protesto contra bancos

Empresários pedem carência para pagamento de parcelas


redacaomuvuca@gmail.com

Foto: Reprodução

As empresas de turismo de Mato Grosso realizaram um protesto na avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá, na tarde desta terça-feira (20). Os empresários solicitam que os bancos forneçam carências ou isenções em parcelas, uma vez que essas empresas de transportes para o turismo estão paralisadas por conta da pandemia da Covid-19.

Desde o início da pandemia, o setor do turismo foi totalmente congelado devido aos decretos de isolamento estabelecidos. Com mais de 12 meses de paralisação, as empresas enfrentam dificuldades financeiras para sobreviver e não há qualquer expectativa de retomada de excursões.

"Estamos de 12 a 14 meses sem viagem, não tem como pagar parcela, funcionários foram mandados embora, porque nossa receita veio a zero, estamos com mãos atadas", lamenta o dono da Rota Brasil, Kleiton Souza.

De acordo com o empresário, o setor do turismo foi amplamente prejudicado. "Trabalhamos com locação de ônibus, hoje quem que entra no ônibus pra viajar na pandemia? Estamos parados de mãos atadas. Ou a gente vende tudo que tem, como casa, carro pequeno que conseguiu ao longo de 20 anos paga os bancos e perdeu tudo", relata.

A manifestação de âmbito nacional ocorreu em 18 estados e cidades do interior. Segundo Kleiton, as empresas fazem um apelo às instituições financeiras, para que cedam nas prestações de parcelas.

"Estamos pedindo pros bancos, BNDES, Banco Gold, Banco do Brasil, bancos particulares e outros no mínimo 12 meses de carência, para que possamos não perder nossos bens, e quando nosso serviço retornar, a gente volta a pagar as parcelas", explica.

Ao contrário do governo, que isentou a cobrança do Imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA) , os bancos continuam cobrando dos empresários. "Os bancos nos deram três opções: a primeira paga, a segunda devolva o bem de forma amigável e a terceira apreende os carros", lamenta.

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