Ex-candidato do PSOL diz que governo socialista é a solução para Mato Grosso | MUVUCA POPULAR

Segunda-feira, 23 de Setembro de 2019

POLÍTICA Terça-feira, 20 de Agosto de 2019, 18h:11 | - A | + A




Retribuição de Impostos

Ex-candidato do PSOL diz que governo socialista é a solução para Mato Grosso

Moisés Franz afirmou que o estado necessita de uma gestão que retribua os impostos pagos pela população


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Ex-candidato Moisés Franz / Foto: Helena Corezomaé

O ex-candidato a governador, Moisés Franz (PSOL), declarou em entrevista ao emanuelzinho, que a solução para Mato Grosso é um governo socialista, que seja capaz de retribuir os impostos pagos em forma de benefícios à sociedade. “A população não aguenta mais promessas, o que precisa é que nós tenhamos um governo efetivo, democrático, socialista que realmente passe a cumprir cada centavo dos altos impostos pagos”, afirmou.

Segundo Moisés, o Partido Socialismo e Liberdade é a escolha certa para o estado, pois a sigla sempre teve o intuito de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos mato-grossenses. “Uma das propostas que a gente sempre defendeu é a questão da licitação de ônibus, em Cuiabá especificamente, onde a população que depende do transporte público não aguenta mais andar nesses ônibus velhos que circulam pela cidade, o transporte tem o ar-condicionado, mas eles não funcionam”, ressaltou.

No entanto, mesmo sob as justificativas de que o PSOL seria a melhor opção para Mato Grosso, até o momento a sigla não encontrou nenhum nome para concorrer às próximas eleições. “Nenhum nome foi cotado, em nenhuma das duas reuniões realizadas, mesmo assim existem várias lideranças como o Gilberto Lopes Filho, Vanderlei da Guia, tem o próprio presidente do partido [José Roberto de Freitas Cavalcante], temos muitos nomes que podem participar”, pontuou Franz.

Ademais, o ex-candidato frisou a ideologia única e convicta que o partido e, por isso, devem continuar sem coligações nas próximas eleições. “O PSOL deve sair com uma chapa única para candidato a prefeito, achamos historicamente muito difícil realizar uma coligação, devido à questão partidária das outras siglas”, finalizou.

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COMENTÁRIOS

(12) COMENTÁRIOS

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Carlos Nunes - 21-08-2019 09:05:31

Onde o Socialismo deu certo? Na Venezuela? Em Cuba? Em Cuba, a exemplo dos Mais Médicos, do salário do trabalhador 70% o Governo Socialista EMBOLSA, e o pobre do trabalhador só fica com 30%...e olhe lá se não fica até com menos. A solução pra acabar com a crise no Brasil agora, é implantar o Sistema Cubano por aqui. Quem tem coragem de fazer uma Lei, ou coisa parecida, onde tudo o que os trabalhadores receberem, incluindo os servidores públicos, aposentados, etc, 70% fica no caixa do Governo e os trabalhadores só vão ver o cheiro de 30% dinheiro. Será que o povo brasileiro TOPA isso? TOPA ou NÃO TOPA? Se Socialismo é tão bom...deviam topar, ou não? Quem tem coragem de propor isso pro povo brasileiro? Essa estória é parecida com aquela infantil dos ratos e do gato...numa reunião dos ratos, cansados de serem comidos por um gato feroz, um deles propôs: a solução é a gente amarrar um sininho no pescoço do gato...aí, toda vez que ele aproximar, a gente escuta o sininho badalar e corre. Excelente ideia, aprovada por todos. Aí, um dos ratos mais velhos, mais sábios, argumentou: Mas quem vai colocar e amarrar o sininho no pescoço do gato? A ideia acabou na hora...ninguém tinha coragem pra isso. Socialismo só é bom na ideia, na prática não funciona. Se funcionasse, quando os cubanos pegavam o barco e queriam ir pra Miami, o tio Fidel furioso não teria ido atrás deles, e prendido todos...isso quando não sumia com muitos. É como dizia um velho professor: Capitalismo é a exploração do Homem pelo Homem e Socialismo/Comunismo é o contrário...só muda o Homem. No Capitalismo o cidadão vira fantoche do dinheiro, mas pode aceitar isso ou não...já no Socialismo/Comunismo o cidadão vira fantoche do Estado, que impõe as regras na marra.

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Olavo - 21-08-2019 21:34:58

Aprendeu aí bobão, Maria, mariazinha e outros... Chora não 2022 é B17 novamente, se não der é Moro17 kkkkk

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alexandre - 20-08-2019 22:57:21

O socialismo que deu certo, é na Venezuela exemplo de pleno emprego, onde o povo passa fome e falta luz e papel higiênico..

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Bolão - 21-08-2019 08:21:43

Você é um Bolsominion mesmo, não é atoa que é seguidor de um boçal! A Venezuela não é Socialista! A Venezuela é um país capitalista onde o setor privado tem certa atividade, apesar das restrições e expropriações do Estado - que adquire cada vez mais controle sobre a economia. Volte para escola, e pare de falar baboseiras e propagar notícias falsas! Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-36863392

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Olavo - 21-08-2019 09:06:35

Realmente passou de socialista para ditadura/comunista, e como sempre os trabalhadores se f... Quem tinha dinheiro lá fugiu para EUA a classe média fugiu para a Colômbia e os pobres fugiu para o brasil como sempre o Brasil vai desenvolver mais pobreza ainda...

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Bolão - 20-08-2019 21:20:15

Como efeito colateral da crise financeira, mais e mais pessoas estão começando a pensar que Karl Marx estava certo. O grande filósofo, economista e revolucionário alemão do século 19 acreditava que o capitalismo era radicalmente instável. Ele tem uma tendência intrínseca de produzir avanços e fracassos cada vez maiores, e no longo prazo, ele estava destinado a se autodestruir. Marx saudava a autodestruição do capitalismo. Ele era confiante que uma revolução popular ocorreria e daria origem um sistema comunista que seria mais produtivo e muito mais humano. Marx estava errado sobre o comunismo. Aquilo sobre o que ele estava profeticamente certo era a sua compreensão da revolução do capitalismo. Não era somente a instabilidade endêmica do capitalismo que ele compreendia, embora neste sentido ele fosse muito mais perspicaz do que a maioria dos economistas da sua época e da nossa. Mais profundamente, Marx compreendeu como o capitalismo destrói a sua própria base social - o meio de vida da classe média. A terminologia marxista de burguês e proletário tem um tom arcaico. Mas quando ele argumentava que o capitalismo iria arrastar as classes médias a algo parecido com a existência precária dos sobrecarregados trabalhadores de sua época, Marx previu uma mudança na maneira como vivemos à qual só agora estamos lutando para nos adaptarmos. Direito de imagemAPImage captionMarx escreveu o Manifesto Comunista com Friedrich Engels Ele via o capitalismo como o sistema econômico mais revolucionário da história, e não pode haver dúvida de que ele se diferencia daqueles que vieram antes dele. Os caçadores e coletores persistiram nesta forma de vida por milhares de anos, enquanto as culturas escravagistas permaneceram assim por quase o mesmo tempo, e as sociedades feudais sobreviveram por muitos séculos. Em contraste, o capitalismo transforma tudo que ele toca. Não são só as marcas que estão mudando constantemente. As empresas e as indústrias são criadas e destruídas em um fluxo incessante de inovação, enquanto as relações humanas são dissolvidas e reinventadas em novas formas. O capitalismo foi descrito como um processo de destruição criativa, e ninguém pode negar que ele foi prodigiosamente produtivo. Praticamente qualquer um que esteja vivo na Grã-Bretanha hoje tem uma renda real maior do que eles teriam se o capitalismo nunca tivesse existido. Retorno negativo O problema é que entre as coisas que foram destruídas no processo está o estilo de vida do qual o capitalismo dependia no passado. Defensores do capitalismo argumentam que ele oferece a todos os benefícios que, na época de Marx, eram desfrutados somente pela burguesia, a classe média estabelecida que possuía capital e tinha um razoável nível de segurança e liberdade em suas vidas. No capitalismo do século 19, a maioria das pessoas não tinha nada. Elas viviam de vender o seu trabalho, e quando os mercados entravam em queda, eles enfrentavam tempos difíceis. Mas à medida que o capitalismo evolui, seus defensores dizem, um número crescente de pessoas pode se beneficiar dele. Direito de imagemBBC WORLD SERVICEImage captionOs mercados apresentam muita volatilidade Carreiras bem-sucedidas não serão mais a prerrogativa de uns poucos. As pessoas não terão dificuldades todo mês para subsistir com base em um salário inseguro. Protegidos pelas economias, pela casa que possume e uma pensão decente, eles serão capazes de planejar suas vidas sem medo. Com o crescimento da democracia e a distribuição da riqueza, ninguém precisará ser privado da vida burguesa. Todo mundo poderá ser da classe média. Na verdade, na Grã-Bretanha, nos EUA e em muitos outros países desenvolvidos nos últimos 20 ou 30 anos, o contrário vem ocorrendo. A segurança do emprego não existe, as atividades e as profissões do passado em grande parte acabaram e as carreiras que duram uma vida inteira são meramente lembranças. Se as pessoas têm qualquer riqueza, isto está nas suas casas, mas os preços dos imóveis nem sempre crescem. Quando o crédito fica restrito como agora, eles podem ficar estagnados por anos. Uma minoria cada vez menor pode contar com uma pensão com a qual pode viver confortavelmente, e não são muitos os que tem economias significativas. Mais e mais pessoas vivem um dia de cada vez, com pouca noção do que o futuro pode reservar. AS pessoas da classe média costumavam imaginar as suas vidas desdobradas em uma progressão ordenada. Mas não é mais possível olhar para uma vida como uma sucessão de estágios em que cada um é um passo dado a partir do último. No processo da destruição criativa, a escada foi afastada, e para um número cada vez maior de pessoas, uma existência de classe média não é mais sequer uma aspiração. Assumindo riscos Enquanto o capitalismo avançava, ele devolveu as pessoas a uma nova versão da existência precária do proletariado de Marx. As nossas rendas são muito maiores, e em algum grau nós estamos protegidos contra os choques por aquilo que resta do Estado de bem-estar social do pós-guerra. Mas nós temos muito pouco controle efetivo sobre o curso das nossas vidas, e a incerteza na qual vivemos está sendo piorada pelas políticas voltadas para lidar com a crise financeira. As taxas de juros a zero em meio a preços crescentes querem dizer que as pessoas estão tendo um retorno negativo de seu dinheiro, e ao longo do tempo o seu capital está se erodindo. A situação de muitas das pessoas mais jovens é ainda pior. Para adquirir os talentos de que precisa, a pessoa tem de se endividar. Já que em algum ponto será necessário se reciclar, é preciso tentar economizar, mas se a pessoa está endividada desde o começo, esta é a última coisa que ela poderá fazer. Não importa a sua idade, a perspectiva que a maioria das pessoas enfrenta é de uma vida de insegurança. Ao mesmo tempo em que privou as pessoas da segurança da vida burguesa, o capitalismo criou o tipo de pessoa que vive a obsoleta vida burguesa. Nos anos 80, havia muita conversa sobre valores vitorianos, e propagandistas do livre mercado costumavam argumentar que ele traria de volta para nós os íntegros valores de outrora. Para muitos, as mulheres e os pobres, por exemplo, estes valores vitorianos podem ser bastante ilógicos em seus efeitos. Mas o fato mais importante é que o livre mercado funciona para corroer as virtudes que mantêm a vida burguesa. Quando as economias estão se perdendo, ser econômico pode ser o caminho para a ruína. É a pessoa que toma pesados empréstimos e não tem medo de declarar a insolvência que sobrevive e consegue prosperar. Quando o mercado de trabalho está altamente volátil, não são aqueles que se mantém obedientemente fiéis a sua tarefa que são bem-sucedidos, e sim as pessoas que estão sempre prontas para tentar algo novo e que parece mais promissor. Em uma sociedade que está sendo continuamente transformada pelas forças do mercado, os valores tradicionais são disfuncionais, e qualquer um que tentar viver com base neles está arriscado a acabar no ferro-velho. Vasta riqueza Olhando para um futuro no qual o mercado permeia cada canto da vida, Marx escreveu no 'Manifesto Comunista': "Tudo que é sólido se desmancha no ar". Para alguém que vivia na Grã-Bretanha no início do período vitoriano - o Manifesto foi publicado em 1848 -, isto era uma observação incrivelmente perspicaz. Naquela época, nada parecia mais sólido que a sociedade às margens daquela em que Marx vivia. Um século e meio depois, nos encontramos no mundo que ele previu, onde a vida de todo mundo é experimental e provisória, e a ruína súbita pode ocorrer a qualquer momento. Direito de imagemBBC WORLD SERVICEImage captionMedidas de austeridade para reduzir dívida grega acabaram em revoltas Uns poucos acumularam uma vasta riqueza, mas mesmo isso tem uma característica evanescente, quase espectral. Na época vitoriana, os muito ricos podiam relaxar, desde que eles fossem conservadores com a maneira como eles investiam seu dinheiro. Quando os heróis dos romances de Dickens finalmente recebem sua herança, eles nunca mais fazem nada na vida. Hoje, não existe o porto seguro. As rotações do mercado são tais que ninguém pode saber o que terá valor dentro de alguns anos. Este estado de inquietação perpétua é a revolução permanente do capitalismo, e eu acho que ele vai ficar conosco em qualquer futuro que seja realisticamente imaginável. Nós estamos apenas no meio do caminho de uma crise financeira que ainda deixará muitas coisas de cabeça para baixo. As moedas e os governos provavelmente ficarão de ponta-cabeça, junto de partes do sistema financeiro que nós acreditávamos estar a salvo. Os riscos que ameaçavam congelar a economia mundial apenas três anos atrás não foram enfrentados. Eles foram simplesmente deslocados para os Estados. Não importa o que políticos nos digam sobre a necessidade de controlar o déficit. Dívidas do tamanho das que foram contraídas não podem ser pagas. Elas quase que certamente serão infladas - um processo que está destinado a ser doloroso e empobrecedor para muitos. O resultado só pode ser mais revoltas, em uma escala ainda maior. Mas isto não será o fim do mundo, ou mesmo do capitalismo. Aconteça o que acontecer, nós ainda teremos que aprender a viver com a energia mercurial que o mercado emitiu. O capitalismo levou a uma revolução, mas não a que Marx esperava. O feroz pensador alemão odiava a vida burguesa e queria que o comunismo a destruísse. E assim como ele previu, o mundo burguês foi destruído. Mas não foi o comunismo que conseguiu esta proeza. Foi o capitalismo que eliminou a burguesia. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2011/09/110918_marx_capitalismo_jf

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Olavo - 20-08-2019 20:33:27

Deus me livre, socialismo no Brasil nunca mais, espero que em MT também acabe também, em MT estamos na merda por causa desses socialecos sovietis...

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alexandre - 20-08-2019 19:00:18

Infelizmente, no governo Socialista , o dinheiro não vai para a população, vai para a elite, e amigos do partido, o dinheiro vai para os campeões nacionais,a custos baixos com pixuleco..

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Bolão - 20-08-2019 21:07:49

Cara até onde se conhece quem está levando dinheiro dos pobres são justamente empresários que na maioria não pagam impostos, alteraram a lei trabalhista e previdenciária do país só tendo benefícios para si mesmo. As pessoas que trabalham de carteira assinada ganham na maioria até dois salários, uma remuneração que mal da para pagar as contas e despesas de moradia e alimentação. O Brasil hoje diz viver uma economia capitalista está piorando seus índices sociais tendo um dos piores IDH do mundo. Quem não se beneficia no socialismo são os empresários. A população pode não ter luxo, mas tem moradia, saúde educação e trabalho de qualidade. Me mostre uma fonte falando que no socialismo existem favelas, bolsões de pobreza, desemprego nas nuvens. Mostre uma fonte que retrate isso! Caso contrário é mais um Bolsominon falando pelos cotovelos. A maioria no mundo é capitalista e está matando o planeta para manter esse sistema falido.

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Olavo - 21-08-2019 08:57:01

Ex: Brasil!!! Ou vc acho que até agora vivemos num capitalismo de vdd? O socialismo está desde 1989 neste país acorda bobao

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Bolão - 21-08-2019 15:34:16

Só no seu mundo imaginário de Bolsominion que o Brasil é socialista! Tu és um analfabeto político! Volte para escola e estude o Ensino Básico de novo! Dá tempo de corrigir essa insanidade! "O Brasil, apesar de ser um país industrializado e capitalista, não se apresenta no centro do capitalismo mundial, pois se enquadra como uma economia dependente e periférica. No entanto, o país pode ser classificado como semiperiferia." Fonte: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/brasil-um-pais-emergente.htm

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Olavo - 21-08-2019 21:30:25

Chora não, velha tática de falar que os outros não tem estudo, Volta pra escola e blá blá blá, chame-os do que sou e acuse-os do que você é... Narrativa esquerdista não muda mesmo...

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