Fávaro defende união dos poderes na luta contra Covid-19 | MUVUCA POPULAR

Terça-feira, 11 de Agosto de 2020

POLÍTICA Quinta-feira, 09 de Julho de 2020, 17h:24 | - A | + A




Unidos contra o vírus

Fávaro defende união dos poderes na luta contra Covid-19

Senador defende uma discussão entre governo, prefeitura e órgãos de controle


redacaomuvuca@gmail.com

 

O senador de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PSD), defende a união de todos os poderes na luta contra o covid-19, que já acometeu mais de 24 mil mato-grossenses. 

"Não é momento de brigas políticas, é tempo de unir forças, ninguém tem a fórmula pronta. Precisamos salvar vidas", disse. 

O parlamentar defende que esse é o momento de unir o Governo Estadual, os prefeitos e os órgãos de controle. "Dispararam os preços de equipamentos, medicamentos e isso subentende que o gestor está querendo gastar mal o dinheiro público ou até corrupção. É obrigação dos parlamentares fiscalizar e os orgãos de controle devem participar juntos do processo". 

Na avaliação de Fávaro a união de forças entre os poderes trará respostas mais rápidas e também salvará mais vidas. "Precisamos socorrer a população que tanto precisa neste tempo". 

"Todos (poderes e justiça) querem ajudar, não é fácil. Unidos assim eles podem acompanhar as tomadas de decisões e diminuir os impactos. É uma pandemia, algo nunca vivido antes", ressaltou. 

O senador também afirmou que é uma situação delicada  para o comércio, pois o fechamento afeta não apenas os empresários mas os funcionários que dependem dos salários para sobreviver. "Vai chegando no extremo, no começo Mato Grosso reagiu muito bem na pandemia". 

Fávaro destaca que todos vão sentir os impactos da pandemia. "Essa pandemia é um desastre na vida humana e também na vida das empresas, os números apontem que 9% das empresas da baixada cuiabana não vão abrir mais".

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COMENTÁRIOS

(1) COMENTÁRIOS

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Maque - 09-07-2020 18:39:27

Os 122 dias desde o início da pandemia deveriam (mas não foram) ter servido justamente para as autoridades (das 3 esferas) prepararem leitos adicionais de UTIs, atendimento adequado nos postos e UPAs, aquisição de medicamentos e equipamentos necessários e, principalmente, testes (PCR), muitos testes mesmo, para traçar e conter os focos de pessoas contaminadas. Aí, sim, seria possível definir uma estratégia racional de reabertura do comércio, serviços e indústria. Sem esquecer de uma campanha educativa maciça e sem rodeios para a população conhecer o que realmente acontece com uma pessoa infectada com a doença agravada: em 3 ou 4 dias os pulmões vão a falência, o sistema vascular é avariado e o doente é tomado por inflamação em vários órgãos.

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