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Segunda-feira, 25 de Março de 2019

POLÍTICA Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2019, 14h:49 | - A | + A




Pedido de cassação

Janaína afirma que é perseguida por ser da família Riva

Por: Helena Corezomaé

Foto: Jardel Silva

 

A deputada estadual Janaína Riva (MDB) declarou, durante audiência na Assembleia Legislativa, que o pedido de cassação feito Ministério Público Eleitoral (MPE), pela presença de seu pai durante a eleição, pode ser uma perseguição pelo fato de ter sido a mais votada no Estado e pelo seu sobrenome.

“O que me chateia é você ver um pedido de cassação de uma conta que sequer foi reprovada e ainda existe lá no tribunal uma decisão por vir, está três a três, e você vê um pedido de cassação em cima disso, como se fosse uma coisa absurda o meu pai ter trabalhado e me ajudado na campanha e não ter sido constado como prestação de serviços”, afirmou Janaína.  

Segundo a parlamentar, muitos familiares trabalharam na campanha dos deputados, contudo só ela está sendo perseguida.   “Quantos aqui na Assembleia trabalharam irmãos, pais, viajaram juntos com os deputados, distribuíram material. Acho sinceramente que é um pouquinho pelo meu sobrenome e por eu ter sido a mais votada. Isso é uma coisa compreensível”, declarou.  

A emedebista, explicou que realmente três servidoras comissionadas da Assembleia realmente trabalharam em sua campanha, porém estavam no período de férias, o que não figura irregularidade, ao contrário do que apontou o MPE.  

“Elas participaram realmente, mas participaram em período de férias. Isso com certeza será constatado, como já foi para o Tribunal de Contas e para o Ministério Público. Por isso eu achei que foi uma decisão muito precipitada. Quem hoje em dia colocaria qualquer servidor para prestar serviços na campanha eleitoral, sem ter a garantia de que este servidor está de férias. Isso seria muito amador da minha parte”, relatou.  

O procurador Pedro Melo Pouchain Ribeiro, da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) de Mato Grosso, pediu o julgamento das irregularidades apontadas na prestação de contas da campanha da deputada Janaina Riva (MDB) nas eleições de 2018, com consequente cassação do diploma.  

Conforme Ribeiro, foi identificada a presença, não declarada na prestação de contas, do pai da deputada, o ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) José Riva, e de outras servidoras comissionadas da ALMT em viagens durante a campanha. O procurador afirmou que as irregularidades configuram prática de “caixa 2”.

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COMENTÁRIOS

(1) COMENTÁRIOS

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Izaura - 12-01-2019 17:15:34

Na verdade não foi a participação do pai, e sim o montante que o MP diz que ele despejou na sua campanha através de caixa2. Tudo dinheiro supostamente roubado né?

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Valtenir Pereira

Procurador Mauro

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Lúdio Cabral

Janaina Riva

Juiz Julier

Mauro Carvalho

Fábio Garcia

Ulysses Moraes

Pedro Taques

Victório Galli

Nenhum deles



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