Misael Galvão alega erro processual e se recusa reabrir CPI contra prefeito | MUVUCA POPULAR

Segunda-feira, 14 de Outubro de 2019

POLÍTICA Sexta-feira, 20 de Setembro de 2019, 17h:43 | - A | + A




CPI do Paletó

Misael Galvão alega erro processual e se recusa reabrir CPI contra prefeito

Presidente da Câmara Municipal disse que irá recorrer contra a decisão da Justiça


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Presidente da Câmara Municipal - Misael Galvão (PSB) | Foto: Reprodução

O presidente da Câmara Municipal, Misael Galvão (PSB), afirmou nesta sexta-feira (20), durante uma coletiva, que irá recorrer a decisão da Justiça em que solicita a reabertura da CPI que investiga o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB).

De acordo com Misael, não existem possibilidades da retomada da CPI, visto que houve um erro na hora de protocolar o pedido.

Para o presidente, o pedido deveria ter sido registrado na na primeira-secretaria da Casa. No entanto, solicitado no protocolo-geral, o que poderia causar diversos problemas a longo prazo.

O vereador aproveitou para enfatizar que não existe uma resistência da mesa diretora em reabrir a CPI, mas que tomou a decisão porque tem coragem de defender à Câmara de Vereadores e fazer cumprir o que prevê o regimento interno.

Conflitos
O caso já causou confusão entre os vereadores da Casa e Misael disse não viu anormalidade nas discussões. Porém, disse que haverá reuniões para tratar do comportamento dos vereadores.

Os vereadores Diego Guimarães (PP) e Abílio Junior (PSC) participaram da coletiva e buscaram fazer o contraponto a decisão de Misael.

Diego, por exemplo, disse que o recurso é protelatório, já que a questão do protocolo já foi tratada na Justiça e a decisão foi no sentido de que toda CPI com o número de assinaturas deve ser aberta.

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COMENTÁRIOS

(3) COMENTÁRIOS

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Francisco Antonio de Almeida - 21-09-2019 08:40:30

O Sr. Misael Galvão é a grande decepção do povo cuiano, principalmente dos evangélicos que ao vê-lo assumir o comando da edilidade cuiabana esperava que, novos rumos políticos seriam tomados no âmbito municipal. Pensamos errado, O Sr. Misael pelo seus atos mostra, que é mais um ao lado de corruptos e corruptores, com isto nossa esperança se desvanece, e enchergamos nele mais um lobo vestido de ovelha. É lamentável, mas uma realidade bíblica nos faz melhor abrir os olhos:" Maldito é o homem que confia nos homens". Infelismente comprovamos esta verdade nos atos do presidente de nossa câmara municipal.

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jose a silva - 21-09-2019 08:01:48

Esse senhor aí e seu antecessor, o barrigudinho, a gente fica pensando como que tivemos coragem e ousadia de colocar malandros analfabetos para ocupar tal cargo? Mal sabem se expressar! Se precisasse de um pouquinho mais de diálogo, talvez por falta disso é que tais aberrações acontecem, teriam que se expressar por meio de sinais, mímica, tambor, sei lá, pois falar, se expressar, santa paciência! Esse Galvão, ao ser perguntado sobre a CPI, ficou mais enrolado, engasgou e não conseguiu justificar a sua recusa em dar prosseguimento à CPI! Mas nos, o povo, sabemos o porquê! Duas situações: ou está protegendo alguém em troca de pagamento ou está no meio do rolo todo! AFINAL DE CONTAS É A CASA DOS HORRORES, onde todo tipo de mal feito (roubalheiras, desvios, conchavos e coisas piores) acontece! Nós que vivemos e convivemos em bairros de onde certos vereadores são originários, temos aquela molecada que cresceu e cresce junto com as amizades e muitas vezes sem querer deixam escapar mal feito de alguns! E olha que é coisa do arco da velha, que muito safado teria vergonha de fazer!

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Carlos Nunes - 20-09-2019 18:05:49

A grande piada da cidade é que tão processando a Casa Prado. E eu ainda ingênuo, perguntei: Mas por que? Resposta: É que vendeu um paletó com bolso muito estreito...tão estreito que um pacote de dinheiro até caiu, uai. Não vai acontecer CPI nenhuma. As pegadinhas do tio Silval já entraram pra história política de Mato Grosso...um bando de políticos enchendo os bolsos, as bolsas, as pastas e até caixa de papelão, com pacotes de dinheiro. Dos flagados, só teve um que disse: "não temos escapatória, fomos pegos". Reconheceu que não foi nem mais batom na cueca, foi a cueca no batom inteiro.

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