Pastor recorre à Justiça para nomear diretor temporário da Assembleia de Deus | MUVUCA POPULAR

Terça-feira, 11 de Agosto de 2020

POLÍTICA Terça-feira, 14 de Julho de 2020, 16h:13 | - A | + A




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Pastor recorre à Justiça para nomear diretor temporário da Assembleia de Deus

Líderes da igreja faleceram na última semana por Covid-19


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Foto: Reprodução

O pastor Gutemberg Brito Junior protocolou uma ação na 9ª Vara Cível de Cuiabá, nesta segunda-feira (13), para que o pastor Enézio Barreto Rondon seja empossado temporariamente como “Administrador Provisório de Pessoa Jurídica” da Igreja Assembleia de Deus de Cuiabá e Região.

O pedido foi realizado menos de uma semana após o falecimento do presidente assembleia, pastor Sebastião Rodrigues de Souza, e do vice, Rubens Rodrigues de Souza, vítimas da Covid-19. No entanto, a juíza Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro, negou a liminar devido à falta de documentos.

Atualmente, Enézio atua como 1º tesoureiro da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus do Estado de Mato Grosso (Comademat). “Como ficará claramente demonstrado na exordial, o direito autoral está embasado na escolha pelo fato de que o indicado (Enézio Barreto Rondon) para exercer a função de Administrador Provisório, respondendo, na forma de seu estatuto, pela representação judicial e extrajudicial da pessoa jurídica, é Ministro do Evangelho (Pastor)”, diz trecho do pedido.

Segundo Gutemberg, as igrejas estão sem representante legal para prosseguir as atividades. “Outrossim, a Igreja está sem comando, sem representação diante da membresia, das instituições financeiras e, em última análise, até mesmo diante do poder público (RFB, União, Estado etc.), sem a possibilidade de gerir seus negócios bem como de cumprir seus fins”, relata.

O pastor ainda cita o risco de falência da Assembleia pela ausência de um representante. Na ação, também destaca a possibilidade de congelamento das contas bancárias da Igreja, bem como o risco de suspensão de cadastros junto à Receita Federal.

“Sem a nomeação de administrador provisório, e aguardando-se o costumeiro desenrolar da presente demanda, ao fim e ao cabo, poderá ser que a Igreja sequer tenha condições financeiras e administrativas de continuar suas atividades”, afirma.

O pedido foi negado na noite de segunda-feira, em razão dos advogados terem esquecido de anexar documentos de anuência do indicado. A juíza concedeu 15 dias para que sejam apresentados os requerimentos necessários.

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COMENTÁRIOS

(1) COMENTÁRIOS

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Era uma monarquia? - 15-07-2020 09:30:15

O pai era o presidente e o filho o vice, tudo em família. Meus pêsames pelas mortes, mas estas igrejas são negócios de família, Assembleia de Deus, Mundia, Universal, etc.

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