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Segunda-feira, 25 de Março de 2019

POLÍTICA Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2019, 13h:35 | - A | + A




Gestão Mauro

“RGA só será concedida se existir condição financeira”, afirma Mauro Mendes

Governador do Estado levou série de medidas ao Legislativo nesta quinta e declarou temer "abismo"

Por: Helena Corezomaé

 

Nesta quinta-feira (10) o governador Mauro Mendes (DEM) foi à Assembleia Legislativa para entregar um “pacotão” de projetos, que serão analisados pelos parlamentares nos próximos dias, e visam o equilíbrio das contas públicas do estado.

“Estamos propondo medidas absolutamente necessárias e imprescindíveis para que Mato Grosso encontre alternativas para enfrentar essa grave crise pela qual estamos passando. E, se não tomarmos essas medidas, a coisa vai piorar muito e muito rapidamente”, disse Mendes.

Durante a coletiva de imprensa, o governador enfatizou que as mudanças são necessárias para evitar que Mato Grosso chegue a um “caos financeiro absoluto”.

“Nós estamos caminhando para o abismo. Ou nós, sociedade, poderes constituídos, tenhamos consciência disso e saibamos o que é certo fazer nesse momento, ou nós aprofundaremos nessa crise como alguns estados brasileiros aprofundaram”, declarou.

“Pacotão”

Entre os projetos apresentados pelo governador, está o que trata da junção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) 1 e 2, que contará com a colaboração da classe produtora do estado.

“Pretendemos com a unificação, ter um incremento na arrecadação. Do montante arrecadado, 35% serão exclusivamente para a Sinfra, para garantir os investimentos nas estradas”, informou Mendes. 

O governador  também afirmou que o projeto prevê ajustes de tributação no setor produtivo e esclareceu que já debateu o assunto com o Fórum Agro MT, que reúne entidades do agronegócio.

Outro projeto encaminhado para apreciação dos parlamentares é da reforma administrativa que prevê, entre outros pontos, a redução no número de secretarias de Estado, a demissão de servidores comissionados, além da extinção de seis empresas públicas.

Mauro também protocolou um projeto que estabelece critérios para o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) do funcionalismo público. De acordo com o governador, a medida não se trata de um “congelamento” do pagamento, contudo a RGA só será concedida se existir condição financeira para tal.

“Não estamos propondo a revogação da RGA. A lei apresentada muitos anos atrás diz que pagamento do RGA é feito quando existem condições financeiras. Existindo condição financeira, o Estado recuperando sua capacidade de honrar seus compromissos, nós continuaremos dando a RGA. Não se trata de congelamento. São critérios para pagamento”, concluiu.

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COMENTÁRIOS

(6) COMENTÁRIOS

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CLOVIS - 11-01-2019 09:48:30

EM OUTRAS PALAVRAS, ELE NÃO VAI PAGAR NUNCA ESSA RGA, O ESTADO NA OPINIÃO DELES ESTA SEMPRE QUEBRADO, SACRIFICA O EXECUTIVO, PRA MANTER ÁS MORDOMIAS DOS PODERES JUDICIÁRIO E LEGISLATIVO.

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Nadir - 11-01-2019 09:27:55

Taques quebrou o Estado e Mauro Mendes escolheu o servidor público e o agronegócio para pagar a conta.

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alexandre - 11-01-2019 08:25:56

Na verdade, desde 2009 esse modelo de gestão fiscal vem sendo praticado no Estado. Com efeito, enquanto a inflação acumulada no período 2009-2018 foi de 75,6% , o gasto com duodécimo dos poderes cresceu 144% , passando de R$ 938,8 milhões para R$ 2,3 bilhões. A despesa com duodécimo da Assembléia Legislativa cresceu 135% , passando de R$ 215,4 milhões em 2009 para R$ 506,8 milhões em 2018. A despesa com duodécimo do Tribunal de Contas cresceu 188% , mais que o dobro da inflação do período, passando de R$ 124,1 milhões para R$ 357,7 milhões. A despesa com duodécimo do Tribunal de Justiça cresceu 132% , passando de R$ 437,9 milhões para 1,01 bilhão. Já a despesa com duodécimo do Ministério Público cresceu 154% no período, passando de R$ 161,3 milhões para R$ 410,5 milhões

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mané - 11-01-2019 07:10:36

Bem antes avisei a vocês ; NÃO VOTEM EM PAU-RODADO !!! Principalmente nos QUEBRADOS !!! É fácil fiscalizar este ai, basta ver a EVOLUÇÃO das suas dividas DÉBITO/CRÉDITO !!! Ou um LARANJAL , com novas empresas do mesmo RAMO abertas recentemente , em nome de parentes ,amigos ou próximos. Verificar todas as LICITAÇÕES de perto !!!

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João Carlos - 10-01-2019 16:58:08

Não é justo, porque não é o servidor que cria despesas, mas sim o governador, com seus contratos e cabides. Também não é o servidor que influencia a receita, mas sim o governador, com os favores fiscais que ele direciona. Então por que é o servidor que deve pagar o pato. Se o governador quer sacrifícios, ele que dê o exemplo, renunciando aos incentivos fiscais milionários de suas empresas.

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José - 10-01-2019 15:15:25

NÃO VAMOS INVESTIGAR R$20 BILHÕES EM FRAUDES? Não se pode esquecer de apurar e recuperar todos os desvios e fraudes do desgoverno pedro taques da transformação do estado em caos e roubalheira, os quais juntos já SOMAM $20 BILHÕES. Só para lembrar aí vai a lista detalhada dos $20 bilhões: R$69 milhões em desvios na caravana da transformação; perdão de R$645 milhões em dívida da petrobrás; perdão de R$5 milhões de reais em dívidas da unimed cuiabá; a operação Rêmora por desvio de R$57 milhões na SEDUC; operação Bereré por desvio de R$30 milhões no Detran; operação Grampolândia na segurança pública usada para chantagear adversário; delação de Alan Malouf sobre Brustolin e vários secretários com R$50 mil/mês por fora; mensalinho R$100 milhões por dentro para os deputados; rombo de R$4 bilhões no caixa e desvio de $230 milhões do fundeb; desvio de R$1,2 milhões no fundo de trabalho escravo; desvio e apropriação de R$300 milhões dos municípios; desvio e apropriação de R$300 milhões dos poderes; aumento de $2 bilhões nos Incentivos Fiscais; aumento de milhares de cargos políticos comissionados, aumentou da folha de pagamento pela contratação de mais de 10.000 pessoas; uso da justiça para proteger seus amigos e secretários conforme disse o cabo gerson; delação de Alan Malouf tratando de 12 tipos de corrupção entre elas os $10 milhões de caixa 2 administrados por Alan Malouf e Julio Modesto; licitação irregular de 11 bilhões para transporte interestaduais; desvio de R$58 milhões em pontes na SINFRA; $300 milhões em vantagem cobrada de quem recebeu antecipado no decreto do bom pagador; crédito de R$100 milhões para o primo Paulo Taques; maracutaia com a juiza candidata para ferrar o silval e a familia dele. Além disso, apropriação indébita de R$70 milhões descontado dos salários dos servidores públicos para pagar empréstimos consignados e estouro da folha pagando vantagens para apaniguados políticos.

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