Sindicato Rural de Poconé entra na justiça contra cartórios do município | MUVUCA POPULAR

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POLÍTICA Sexta-feira, 24 de Janeiro de 2020, 10h:27 | - A | + A




Atividades Paralisadas

Sindicato Rural de Poconé entra na justiça contra cartórios do município

Sindicalistas reclamam de demora, atrasos e paralisação no serviço


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O presidente do Sindicato Rural de Poconé, Arlindo Márcio Moraes, protocolou um documento pedindo providências 

O Sindicato Rural de Poconé protocolou um documento no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para que o estado regularize atividades dos cartórios no município. De acordo com o presidente do sindicato, Arlindo Márcio Moraes, as atividades cartorárias estão praticamente paradas.

Entre as reclamações, estão atrasos, demora nos serviços e pouca agilidade em resolver os casos. De acordo com o documento, a interventora responsável pelos dois cartórios, Katiúscia Sumaya Correa Miranda, não comparece aos órgãos durante a semana para atender à população.

O sindicato afirma ainda que os funcionários responsáveis pelos atendimentos têm pouco conhecimento da função, o que ocasiona um atraso ainda maior, e praticamente a paralisação dos órgãos. O fato de Katiúscia ser a única responsável pelos dois cartórios causa uma sobrecarga nas atividades.

O setor agropecuário do município é um dos principais afetados. Os serviços notariais são responsáveis pelo registro de escrituras, transferências de imóveis, registros de cédulas rurais, georreferenciamento, entre outros.

A ação no TJMT pelos sindicalistas demanda que o serviço seja reestabelecido e que a cartorária interventora, Katiúscia, permaneça no atendimento todos os dias úteis da semana, além de designar funcionários que tenham conhecimento nas atividades desempenhadas.

Ação Interventora

Em maio de 2019, o desembargador Luiz Ferreira da Silva determinou que o Katiúscia fosse designada para responder interinamente pelo Cartório do 2º Ofício. Desde 2003, o órgão do município sofre denúncias de fraudes e falsificação de documentos. O tabelião afastado, Aloysio Rodrigues do Prado, responde à cinco sindicâncias de documentos fraudados e reconhecimentos de firma sem documentação original.

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