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POLÍTICA Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2020, 18h:50 | - A | + A




Corte de Funcionarios

Sintep diz que promessas do Governo para educação pública são falácias

Sindicato criticou redução no quadro de servidores


redacaomuvuca@gmail.com

Foto: Reprodução

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep-MT) criticou a redução de profissionais nas escolas, imposta pelo governador Mauro Mendes (DEM), e afirmou que a diminuição do quadro de servidores gera sobrecarga de trabalho e prejudica a Educação Pública.  “É a precarização dos serviços ofertados, com a promoção de agravos à saúde dos profissionais que terão uma carga maior de trabalho”, denunciou o secretário adjunto de Funcionários, Klebis Marciano.

Segundo o relatório do sindicato, o primeiro calendário de atribuição de aulas nas escolas estaduais, recém-concluído, aponta preocupações para a atuação dos/as profissionais, em especial na função de merendeiras, Técnicos Administrativo Educacional (TAE) e coordenador pedagógico, para o ano letivo de 2020.

A Portaria nº 672/2019/GS/SEDUC/MT impôs a redução do número de profissionais por escola na função de nutrição escolar e secretaria escolar. No caso das merendeiras, a função era desempenhada com duas profissionais para o atendimento de 201 estudantes por turno. Na nova regra será uma merendeira para 250 estudante, por turno.

De acordo com o Sintep, a medida revela que os pronunciamentos de Mendes a respeito de melhorias na qualidade da Educação Pública não passam de falácias. “Com essa sobrecarga de trabalho, em breve os/as funcionários/as estão entrando em readaptação ou licença de saúde”, pontuou.

Ademais, a Portaria destaca também a mesma redução implantada para as secretarias escolares e coordenação escolar, onde o funcionário lotado terá um aumento no número de estudantes sobre sua responsabilidade.

Para o presidente do sindicato, Valdeir Pereira, “essa é mais uma política de austeridade do governo do estado que reduz a quantidade de trabalhadores e aplica sobre eles uma carga maior de trabalho. Essa medida soma-se a todas as anteriores, entre elas a demora para convocar os aprovados no último concurso. Essa é a visão reducionista do Estado”, finalizou.

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