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TEMPO EXTRA

Filho de tesoureiro do CV é um dos alvos da Operação Tempo Extra

Kamila Araújo

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Paulo Henrique Prins, filho de Paulo Witer Farias Paello — conhecido como “W.T” — foi um dos alvos da Operação Tempo Extra, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (10) como parte de um novo desdobramento das investigações contra uma organização criminosa atuante em Mato Grosso.

W.T, tesoureiro do Comando Vermelho no Estado, está preso desde abril do ano passado, quando foi apontado como líder do grupo durante a Operação Apito Final, acusado de usar amigos, parentes e advogados como “laranjas” em esquemas de lavagem de dinheiro, compra e venda de veículos e aquisição de imóveis com recursos ilícitos.

A operação desta quarta apura crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, e atingiu diretamente pessoas ligadas ao núcleo financeiro do grupo.

Segundo as investigações, após a prisão de W.T, o controle das operações ilegais foi repassado a Joseph Ibrahim Khargy Junior, que teve a prisão preventiva cumprida nesta nova fase.

Prisão em flagrante e tentativa de destruição de prova

Durante o cumprimento dos mandados, Wemerson Ferreira Lima, conhecido como “Gordinho”, também foi preso em flagrante após tentar destruir o próprio celular ao perceber a chegada dos policiais em sua residência. Ele era inicialmente alvo apenas de busca e apreensão, mas acabou detido por obstrução de investigação.

Alvos e medidas judiciais

Além de Paulo Henrique Prins e Wemerson, também foram alvos de mandados de busca e apreensão Elvis Elismar de Arruda, Erison Oliveira Silveira, Tayrone Junior Fernandes de Souza e Andrews Nicolas Marques dos Santos. As ações foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias, e incluem:

  • 1 mandado de prisão preventiva
  • 10 mandados de busca e apreensão
  • 3 mandados de sequestro de veículos
  • 1 medida de suspensão de atividade econômica
  • Bloqueio judicial de até R$ 1 milhão em contas bancárias dos investigados

Investigação contínua

A Operação Tempo Extra é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), como continuidade das apurações da Operação Apito Final.

Segundo a polícia, o grupo utilizava uma estrutura sofisticada de dissimulação patrimonial, com tentáculos em vários setores econômicos e com uso recorrente de terceiros para ocultar bens e movimentações financeiras.

A Polícia Civil destacou que novas fases podem ser deflagradas a partir da análise do material apreendido nesta etapa da investigação.

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