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ELEIÇÕES 2026

“Quer começar andando por cima”, afirma Max sobre candidatura de Natasha Slhessarenko

Thalyta Amaral

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A saída de Natasha Slhessarenko do PSB, partido presidido em Mato Grosso por Max Russi, para o PSD, comandado pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, ainda repercute nos bastidores da política estadual. Em entrevista nesta quarta-feira (17), o presidente da Assembleia Legislativa (AL) fez críticas à postura da médica, que, segundo ele, “quer começar andando por cima”, ao demonstrar interesse apenas em disputar cargos majoritários, como o Senado ou o Governo do Estado.

“Agora ela já quer começar andando por cima, ou como senadora ou como governadora, só cargo alto. Não acho isso, eu, particularmente, acho que experiência na política, participação, fazer o debate, não só participar em período eleitoral. Não é só quem está na política que tem que participar do processo eleitoral, nós temos que participar todos os dias”, pontuou Max.

O parlamentar também respondeu às críticas de Natasha, de que não teria dado apoio à candidatura dela no PSB. “Eu acho que ela está tentando achar uma desculpa, porque lá atrás ela desistiu de ser candidata. Ela tinha todo o apoio. Eu levei ela no presidente nacional”.

“A partir daquele momento que desistiu, eu procurei outros encaminhamentos. Depois que eu procuro outros caminhos, arrependeu. (…) Aí não tem mais jeito né, aí já passou o momento”, enfatizou Max.

O embate ocorre em meio à antecipação do debate eleitoral em Mato Grosso para as eleições de 2026, que deve ter como principais disputas o Governo do Estado e as duas vagas ao Senado. No campo governista, nomes como o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Jayme Campos (União Brasil) são frequentemente citados como possíveis candidatos ao Palácio Paiaguás. Já para o Senado, além de Fávaro — que tentará a reeleição — outros nomes começam a se movimentar nos bastidores.

A filiação de Natasha ao PSD é vista como uma tentativa do partido de ampliar seu leque de candidaturas competitivas no estado, especialmente entre o eleitorado urbano e feminino. No entanto, a resistência pública de lideranças como Max Russi evidencia que a composição de alianças e chapas ainda está longe de um consenso, devendo passar por disputas internas e negociações partidárias ao longo de 2025.

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