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CONFLITO EXPOSTO

Viúvo da “Chacina de Sorriso” e família se desentendem sobre candidatura em 2026; veja vídeo

Thalyta Amaral

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Regilvaldo Cardoso, viúvo e pai das vítimas da “Chacina de Sorriso”, tem se desentendido com a família da esposa e das filhas assassinadas. Isso porque ele anunciou o desejo de concorrer a uma vaga de deputado federal. Para os familiares, ele estaria se aproveitando da imagem das vítimas e da tragédia para se promover. Na última semana, ele publicou um vídeo nas redes sociais no qual negou as acusações.

O crime que chocou o país aconteceu em dezembro de 2023. O pedreiro Gilberto Rodrigues dos Anjos invadiu a casa de Cleci Calvi Cardoso e estuprou e matou ela e as filhas Miliane, de 19 anos, Manuela, de 12 anos, e Melissa, de 10 anos. Pelo crime, ele foi condenado a 225 anos de prisão.

Regilvaldo, que é caminhoneiro, não estava na cidade no dia do crime. Ele acompanhou os desdobramentos do caso até a condenação do assassino, em agosto de 2025. Após isso, em entrevistas, passou a afirmar que o Brasil precisa de mudanças na legislação e disse que colocaria seu nome à disposição para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

No entanto, a reação da família Calvi não foi positiva. Parentes das vítimas acusam Regilvaldo de tentar se promover politicamente às custas da tragédia para conseguir se eleger. No vídeo publicado no Instagram, ele afirma que sua busca sempre foi por justiça.

“Em todo momento eu corri atrás de justiça, eu fui em busca de justiça, porque eu perdi a minha família. E durante esse processo algumas pessoas me procuraram e viram em mim um potencial para seguir lutando pelo direito das mulheres, crianças e adolescentes. Viram em mim um potencial para agir, agir através das leis, buscando leis, melhorando leis e eu sinto que eu posso ajudar”, afirmou o motorista no vídeo.

“Jamais eu usei ou uso imagens da minha esposa, das minhas filhas, jamais eu usei e uso o fato que aconteceu. Mas as pessoas olham para mim e, automaticamente, assimilam ao fato. Eu nunca quis isso para mim, eu não pedi para isso acontecer, mas, se eu puder fazer da dor uma luta e puder fazer com que vocês não sintam a dor que a gente está sentindo (…) então eu quero poder ajudar, contribuir com a sociedade”, enfatizou.

Ele ainda disse que “jamais eu vou usar elas para me promover, para galgar cargos públicos. Não quero fazer isso. Mas eu quero, sim, e me coloquei à disposição, para lutar, para tentar fazer com que outras pessoas não passem pelo que a gente passou”.

No vídeo, Regilvaldo admite que a relação com a família da esposa não era boa, inclusive diante de acusações de que ele teria proibido as filhas de manter contato com os familiares maternos, o que o caminhoneiro negou.

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