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Fábio Garcia diz que falta de mão de obra impede três turnos e limita avanço das obras do BRT e do Jardim Leblon

Da Redação

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O secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Fábio Garcia, afirmou que o Governo do Estado mantém como prioridade a conclusão das obras de mobilidade urbana em Cuiabá, entre elas o BRT e o Complexo Viário do Jardim Leblon, mas ressaltou que não há viabilidade, neste momento, para a adoção de três turnos de trabalho em razão da escassez de mão de obra no estado.

Cuiabano, Garcia disse acompanhar de perto os impactos das intervenções no dia a dia da população e reconheceu os transtornos provocados pelo grande volume de obras simultâneas em vias estratégicas da capital. Ele citou intervenções em corredores como a Avenida Miguel Sutil, a Avenida do CPA, a Prainha e a 15 de Novembro, que acabam concentrando desvios e ampliando o desconforto no trânsito.

“Sou cuiabano e acompanho diariamente a realidade da cidade, ciente dos transtornos que obras em andamento, como as do BRT, causam à população. Há um conjunto de obras em andamento em Cuiabá que intensificam essa questão”, afirmou em entrevista a Rádio CBN.

O secretário destacou, no entanto, que os investimentos em infraestrutura deixam um legado duradouro e comparou o atual momento ao período da Copa do Mundo, quando obras viárias também impactaram temporariamente a mobilidade urbana. Segundo ele, o tempo demonstrou a importância daqueles investimentos para a fluidez do trânsito na capital.

“Lembro-me bem do período da Copa do Mundo, quando a construção de viadutos e trincheiras na Miguel Sutil também causou dificuldades. Hoje, podemos avaliar o quanto esses investimentos foram importantes”, pontuou.

Fábio Garcia ressaltou ainda que o governo tem concentrado esforços para acelerar a execução das obras e conta com o apoio de diferentes instituições para dar celeridade aos projetos estruturantes de mobilidade urbana em Cuiabá. Ele mencionou a atuação conjunta com o Ministério Público, o Poder Judiciário, o Tribunal de Contas do Estado e a Assembleia Legislativa.

Apesar da pressão por prazos mais curtos, o secretário explicou que a adoção de três turnos de trabalho esbarra em um problema estrutural enfrentado por Mato Grosso: a falta de mão de obra disponível.

“Gostaríamos de trabalhar em três turnos, mas isso não é possível devido à falta de mão de obra. Essa é a realidade atual do estado de Mato Grosso, que vive um momento de grande demanda por trabalhadores”, afirmou.

Segundo Garcia, mesmo diante das limitações, o compromisso do governo é acelerar o máximo possível as intervenções em andamento, com foco especial nas obras de mobilidade urbana da capital, consideradas estratégicas para melhorar a qualidade de vida da população.

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