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Após pressão, governo eleva RGA para 5,4%, mas deixa passivo de 19% fora da mesa

Kamila Araújo

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Após pressão do funcionalismo e articulação da base governista, o Governo de Mato Grosso decidiu elevar o percentual da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos estaduais. O índice, inicialmente fixado em 4,26%, foi ampliado em cerca de 1 ponto percentual, após uma longa reunião realizada no Palácio Paiaguás na manhã desta quarta-feira (21). O novo índice será de 5,4%.

A informação foi confirmada pelo líder do governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco, que participou do encontro ao lado de aproximadamente dez deputados da base aliada e da equipe econômica do Executivo. Segundo ele, o governador Mauro Mendes recuou da proposta inicial diante das reivindicações apresentadas pelos parlamentares e representantes dos servidores.

De acordo com Dilmar, o novo projeto de lei com o percentual reajustado deve ser protocolado ainda durante a sessão plenária que já ocorre na Assembleia Legislativa, abrindo caminho para a votação imediata da matéria e o pagamento do reajuste ainda na folha deste mês.

O aumento do índice ocorre após dias de impasse entre o Executivo e o funcionalismo. Na terça-feira (20), o governo havia encaminhado à Assembleia um projeto prevendo reajuste de 4,26%, equivalente ao IPCA acumulado de 2025. A proposta, no entanto, foi recebida com frustração por servidores, que consideram o percentual insuficiente para recompor as perdas inflacionárias acumuladas.

Na semana passada, uma sessão extraordinária chegou a ser convocada para votar a RGA, mas o texto não foi enviado ao Legislativo, provocando protestos de servidores que acompanhavam os trabalhos. A mobilização foi liderada pela presidente da Federação Estadual dos Sindicatos dos Servidores Públicos de Mato Grosso (Fessp-MT), Carmem Machado, que cobrou publicamente o envio imediato da proposta.

Sem proposta para a diferença

Apesar do aumento, o percentual ainda não cobre o passivo cobrado pelo funcionalismo público de 19,52% referente a anos anteriores. Segundo Dilmar, o governador cedeu em aumentar o percentual deste ano para compensar partes das perdas, mas não abriu diálogo sobre o restantes.

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