quarta-feira, 7 outubro, 2026

Expediente

Muvuca Popular

OPERAÇÃO GORJETA

Polícia pediu prisão de Chico 2000, mas juiz negou e determinou afastamento do cargo

A Polícia Civil chegou a pedir a prisão preventiva do vereador Chico 2000, no âmbito da Operação Gorjeta, que investiga o uso de emendas parlamentares para desvio de dinheiro público em Cuiabá. O pedido, no entanto, foi negado pelo Judiciário, que optou pela aplicação de medidas cautelares, entre elas o afastamento do parlamentar da função pública.

A representação apresentada pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) incluía, além da prisão, pedidos de busca e apreensão, quebras de sigilo, sequestro de bens, bloqueio de valores e suspensão do exercício do cargo. Ao analisar o caso, o Ministério Público se manifestou contra a prisão, defendendo que medidas menos gravosas seriam suficientes neste momento da investigação.

O juiz acatou o parecer do MP e afastou a necessidade da prisão preventiva, mas entendeu que havia elementos suficientes para impor restrições ao vereador, como forma de preservar a ordem pública e evitar interferência nas apurações.

Leia também