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EM CÁCERES

Após vistoria in loco de Wellington Fagundes, DNIT inicia dragagem no Rio Paraguai

Da Redação

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) iniciou a campanha de dragagem do Rio Paraguai no tramo Norte, entre Cáceres (MT) e Corumbá (MS), atendendo a solicitações articuladas pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT). Os trabalhos preveem a remoção de cerca de 1 milhão de metros cúbicos de sedimentos em 25 pontos críticos, com investimento de R$ 12 milhões do Novo PAC.

A ação ocorre logo após a vistoria técnica realizada pelo parlamentar em Cáceres no mês de novembro, quando acompanhou equipes do DNIT para avaliar o forte assoreamento no acesso à baía de atracação, problema que vinha comprometendo o transporte de cargas, a competitividade logística e atividades como turismo e comércio local.

“Garantir a navegabilidade do Rio Paraguai é garantir desenvolvimento, logística e oportunidades para Cáceres e toda a região”, afirmou o pré-candidato ao governo de MT, durante a visita, ao reforçar a necessidade de solução definitiva para o deslocamento de sedimentos que impedia a atracação das embarcações.

Além do início imediato no tramo Norte, o DNIT confirmou a dragagem em duas etapas:
1ª etapa já em execução entre Porto Murtinho e Cáceres (R$ 12 milhões);
2ª etapa na Baía de Malheiros, em fase de contratação por pregão eletrônico, com investimento estimado de R$ 5 milhões.

Presidente da Frenlogi, (Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura), Wellington Fagundes defende um plano continuado para a hidrovia, com balizamento, sinalização, segurança náutica, compensações ambientais e dragagem permanente, visando assegurar a navegabilidade e viabilizar investimentos em terminais fluviais no corredor Cáceres–Porto Murtinho até a foz do Apa, ampliando as exportações de Mato Grosso.

Paralelamente, técnicos do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (ITTI), da Universidade Federal do Paraná, realizam vistorias no trecho entre Corumbá e Cáceres para o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) da hidrovia, com apoio logístico da Marinha. As equipes avaliam batimetria, profundidade do canal, sedimentos e instalam marcos geodésicos para orientar futuras intervenções.

Com o pedido atendido e as máquinas em operação, a dragagem marca um passo decisivo para recuperar a navegabilidade do Rio Paraguai, fortalecer a logística regional e impulsionar o desenvolvimento sustentável do Pantanal.

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