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DOCE ILUSÃO

Wilson Santos diz que governo “vai gostar” da CPI da Saúde e aposta em correções na gestão

Kamila Araújo e Renato Ferreira

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Autor do requerimento que criou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) afirmou que o próprio governo do Estado tende a ver a investigação com bons olhos. Segundo ele, a comissão será um instrumento para esclarecer fatos da administração atual, fortalecer a transparência e permitir ajustes na condução dos recursos públicos.

“O Palácio está gostando, sim, dessa iniciativa. A CPI pode esclarecer situações, permitir correções e aperfeiçoar os mecanismos de controle interno do governo”, afirmou o parlamentar, ao defender que a investigação não tem caráter de enfrentamento político, mas de aprimoramento da gestão.

Ele ainda destacou que a CPI pode contribuir diretamente para o aperfeiçoamento da administração pública. “O governo terá a oportunidade de corrigir falhas, punir quem errou na condução do dinheiro público e melhorar os controles internos. Isso também estimula o controle externo, inclusive por parte da sociedade e da imprensa”, avaliou.

O parlamentar citou ainda uma reflexão atribuída a Nelson Mandela para resumir sua expectativa. “Ou se ganha ou se aprende. Tenho certeza de que essa CPI vai trazer lições importantes ao governo”, afirmou.

Wilson Santos também afastou qualquer dúvida sobre a presidência da CPI, destacando que o Regimento Interno da Casa é claro ao atribuir o comando da comissão ao autor do requerimento. “É regimental. Não há necessidade de votação. O autor é o presidente da CPI”, explicou.

De acordo com ele, caberá aos cinco membros titulares definir, por maioria, os demais cargos da comissão, como vice-presidência e relatoria. “Esses cargos, sim, são escolhidos pelos integrantes da CPI”, completou.

Prazo e ano eleitoral

Questionado sobre o impacto do período pré-eleitoral no andamento dos trabalhos, Wilson afirmou que o regimento prevê mecanismos para evitar prejuízos à investigação. A CPI terá prazo inicial de 180 dias, com possibilidade de prorrogação por igual período. “Se houver atraso ou necessidade de mais tempo, o regimento permite ampliar por mais 180 dias”, disse.

Para o deputado, a eventual prorrogação não representa fragilidade, mas uma garantia de que a apuração será concluída com profundidade.

Assinaturas e formalização

Wilson também rechaçou questionamentos sobre a validade das assinaturas que embasaram o pedido de criação da CPI. Segundo ele, todas foram checadas pela Mesa Diretora e pela Procuradoria da Assembleia. “Essa fase já foi superada. O requerimento foi validado e a portaria de criação da CPI foi publicada”, explicou.

A comissão foi oficialmente instituída pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso, com prazo para que os líderes partidários indiquem os membros titulares e suplentes, etapa que antecede o início efetivo dos trabalhos.

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