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Coronel Assis aponta que desfile usou dinheiro público para promover Lula

Muvuca Popular

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O deputado federal Coronel Assis (União-MT), vice-líder da oposição na Câmara, classifica o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo (15), na Sambódromo da Marquês de Sapucaí, como “verdadeira demonstração da falta de respeito e intolerância” e questiona se, fosse o contrário, o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral já teriam dado prazo para explicações ou até mesmo impedido a realização do desfile, caso o enredo fosse para criticar Lula.

O parlamentar apontou ainda como “gravíssimo” o fato de a homenagem ter sido feita em pleno ano eleitoral, o que, em sua avaliação, configura “antecipação de campanha”, e reforçou que, juntamente com a oposição, “não permitirá que a impunidade avance”, ao se referir aos processos judiciais ajuizados para tentar impedir a realização do desfile ou o repasse de verbas públicas federais à escola de samba.

“Foi um desfile de mentiras e horrores, que demonstrou, além de um péssimo gosto estético, a verdadeira face da esquerda brasileira. Essa antecipação de campanha não pode permanecer impune. Dinheiro público sendo destinado para esse tipo de propaganda do governo lembra muito regimes comunistas, como na Coreia do Norte”, asseverou o parlamentar.

Coronel Assis também mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro ao comparar situações recentes. Segundo ele, Bolsonaro tornou-se inelegível após reunião com embaixadores, enquanto, em sua avaliação, o atual presidente participa de um evento televisionado, com referências a número de partido e ataques a adversários políticos, sem que haja a mesma reação institucional.

Para o deputado, não se tratou de uma manifestação cultural espontânea. Ele sustenta que houve articulação de integrantes do governo federal para viabilizar a aproximação entre a escola de samba e o Palácio do Planalto, o que, segundo afirma, envolveria agente público, estrutura de poder e recursos estatais.

“O presidente não ficou apenas assistindo. Desceu para a avenida, caminhou entre alas e foi celebrado como personagem central do espetáculo. Se isso não é promoção pessoal com uso da máquina pública, o que é? Se cantar número de partido em evento financiado pelo Estado não é propaganda antecipada, o que caracteriza propaganda antecipada?”, questionou.

O parlamentar ainda criticou o que classificou como abordagem religiosa inadequada durante a apresentação. Para ele, houve exposição desrespeitosa de símbolos e referências cristãs. “A crítica política faz parte da democracia, mas o escárnio e a falta de respeito à fé das pessoas ultrapassam qualquer limite razoável. No Brasil de hoje, a régua parece mudar conforme o nome que está no palco”, concluiu.

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