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AGRO-FANTASMA

Preso com 250 munições, ex-deputado paga R$ 5 mil de fiança em operação que apura golpe de R$ 58 milhões

Muvuca Popular

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O ex-deputado estadual de Mato Grosso do Sul e empresário Sérgio Pereira de Assis foi preso em flagrante na quarta-feira (4), em Campo Grande, após policiais encontrarem 250 munições calibre 22 na casa dele. Ele pagou fiança de R$ 5 mil e foi liberado.

A apreensão ocorreu durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do ex-parlamentar, localizada na região central da capital sul-mato-grossense. A ação integra a Operação Agro-Fantasma, da Polícia Civil de Mato Grosso, que investiga um suposto golpe de R$ 58 milhões contra um produtor rural.

Segundo a polícia, equipes da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros (Garras) encontraram as munições em uma gaveta no quarto de Sérgio Pereira de Assis. Ele assumiu ser o proprietário do material.

O ex-deputado foi levado à delegacia, acompanhado de advogado, e autuado por posse irregular de munição. Em depoimento, ele optou por permanecer em silêncio. O delegado responsável pelo caso arbitrou fiança de R$ 5 mil, que foi paga no mesmo dia.

Apesar de responder em liberdade, Sérgio deverá comparecer à delegacia ou à Justiça sempre que for intimado. Ele também está proibido de mudar de endereço ou se ausentar da cidade por mais de oito dias sem autorização judicial.

Operação Agro-Fantasma

Além de Sérgio, também foram alvos da operação o filho dele, Mário Sérgio Cometki Assis, e o empresário Pedro Henrique Cardoso. Os três são ligados às empresas Imaculada Agronegócios Ltda. e Santa Felicidade Agroindústria Ltda.

Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em Campo Grande, Cuiabá e Alto Taquari. A Justiça também determinou o bloqueio de contas bancárias e a indisponibilidade de bens móveis e imóveis dos investigados.

De acordo com as investigações, a empresa se apresentava ao mercado com aparência de solidez financeira e oferecia parcerias comerciais a produtores rurais. Os empresários, segundo a polícia, convenciam as vítimas a utilizar o nome de suas propriedades para realizar compras milionárias de grãos a prazo. Depois, os produtos eram revendidos à vista para indústrias.

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