Março é o mês das mulheres. E talvez o maior ato de autonomia depois dos 40 não seja “perder peso” seja ganhar e preservar massa magra.
- Redução de estrogênio
- Maior resistência anabólica (o músculo responde menos ao estímulo)
- Aumento de gordura visceral
- Maior risco de sarcopenia
- Redução da taxa metabólica basal
- Sensibilidade à insulina
- Densidade mineral óssea
- Equilíbrio e prevenção de quedas
- Saúde cardiovascular
- Clareza mental
- 2 a 4 sessões semanais
- Progressão de carga
- Estímulo de grandes grupamentos musculares
- Volume adequado
- 1,2 a 1,6 g/kg/dia, podendo chegar a 2,0 g/kg em casos específicos.
- Aumento de força
- Melhora de desempenho em treino resistido
- Auxílio na preservação de massa magra
- Possível benefício cognitivo
- Avaliar função renal
- Escolher produtos de qualidade
- Individualizar dose
O que exige cautela ou é contraindicado?- Uso indiscriminado de “pré-treinos” estimulantes
- Termogênicos com múltiplos estimulantes
- Hormônios anabolizantes sem indicação médica
- Moduladores hormonais manipulados sem base clínica
- Dietas extremamente restritivas com déficit proteico
- Avaliar composição corporal (não apenas peso).
- Checar perfil metabólico.
- Ajustar ingestão proteica.
- Estruturar treino progressivo.
- Individualizar suplementação.
- Um perfil hormonal
- Um padrão intestinal
- Uma resposta inflamatória
- Um nível de resistência insulínica
- Um histórico metabólico



