INDEFINIÇÃO
Federação avalia Taques e nome do PCdoB para segunda vaga ao Senado
Kamila Arruda e Renato Ferreira
O presidente da Federação Brasil da Esperança em Mato Grosso (PT, PV e PCdoB), Roberto Stopa, afirmou que a definição sobre a segunda vaga ao Senado na coligação formada pela federação e pelo PSD ainda não está fechada. Segundo ele, o tema será debatido nas próximas reuniões internas entre os partidos aliados.
Atualmente, a primeira vaga na composição é ocupada pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), que deve disputar a reeleição ao Senado. A segunda vaga, no entanto, segue em aberto e poderá ser preenchida por um nome da própria federação ou por um aliado.
Stopa confirmou que o ex-governador Pedro Taques (PSB) manifestou interesse em dialogar com a federação sobre a possibilidade de disputar o cargo, mas frisa que não há nada fechado nem acordado até o momento. “O Pedro Taques inclusive oficializou que quer conversar com a gente. Nós vamos conversar. A segunda vaga ainda não está fechada e vamos discutir isso na próxima reunião da federação”, afirmou.
Além do ex-governador, outro nome colocado à disposição para a disputa veio do PCdoB. De acordo com Stopa, Patrícia Nogueira apresentou seu nome para ser avaliado pelos partidos da federação.
“Parece que a Patrícia, do PCdoB, colocou o nome à disposição. Então essa segunda vaga ainda não está definida. Vamos começar a discutir isso na próxima reunião”, explicou.
Questionado sobre a possibilidade de Taques disputar o Senado em aliança com o grupo, mas fora da coligação formal, Stopa afirmou que diferentes cenários ainda estão em análise.
“Em política tudo é possível. Nós vamos ouvi-lo no momento certo. A primeira discussão, porém, é dentro da federação e com os partidos aliados”, disse.
Segundo o dirigente, as tratativas devem avançar a partir da próxima reunião da federação, prevista para ocorrer nos próximos dias, quando os partidos começarão a avaliar oficialmente os nomes para a segunda vaga ao Senado.



