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Mendes rebate Michelly, cita lei eleitoral e garante espaço na chapa do União Brasil

Kamila Arruda e Renato Ferreira

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O governador Mauro Mendes (União) rebateu as críticas da vereadora por Cuiabá Michelly Alencar (União) e afirmou que a decisão do União Brasil de barrar a desfiliação de vereadores neste ano segue o que determina a legislação eleitoral. O chefe do Executivo estadual também garantiu que a parlamentar, assim como outros filiados, tem espaço nas chapas do partido para disputar uma vaga de deputada estadual ou federal no pleito deste ano.

“Não é para ela, vale para todo mundo. Existe uma lei eleitoral. Não é o Mauro Mendes nem nenhum presidente de partido do Brasil que muda essa lei individualmente”, justificou o chefe do poder Executivo na manhã desta quarta-feira (11).

De acordo com o governador, no sistema proporcional, utilizado nas eleições para vereadores e deputados, nenhum candidato se elege apenas com os próprios votos, já que o resultado depende da soma de votos de todos os candidatos da legenda. Diante disso, ele afirma que é injusto com a agremiação e as lideranças que ajudaram a eleger os vereadores, liberar o parlamentar.

“Esse cidadão ou essa cidadã que se elege dentro de um partido tem um vínculo com esse partido, porque ele não se elegeu com voto só dele. Aquela eleição foi conquistada pelo voto de todos os demais membros do partido”, declarou.

Mendes também rebateu a crítica feita por Michelly de que não teria espaço para disputar eleições dentro do União Brasil. Para o governador, o partido mantém espaço aberto para qualquer filiado que deseje disputar cargos proporcionais.

“Não existe isso em lugar nenhum. O espaço está aberto para homens, mulheres, cidadãos, qualquer um participar”, disse.

A vereadora Michelly Alencar pediu autorização para deixar o União Brasil e se filiar ao Partido Novo, onde pretende disputar uma vaga na Assembleia Legislativa nas próximas eleições. O pedido foi negado pela executiva estadual da sigla.

A parlamentar afirma que não foi informada oficialmente da decisão e que soube da negativa pela imprensa. Durante sessão realizada na terça-feira (10), na Câmara de Cuiabá, Michelly criticou a postura do partido e afirmou que não aceitará ser tratada apenas como um número dentro da legenda.

“As mulheres não podem mais ser apenas o número de votos necessário para que os partidos cumpram suas cotas. Não sou, não fui e vou lutar para não ser apenas mais um número dentro do meu partido”, declarou.

Apesar do impasse, Mauro Mendes reiterou que Michelly, assim como qualquer outro parlamentar do União Brasil, tem espaço nas chapas proporcionais da sigla caso deseje disputar as eleições pelo partido.

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