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Suspeito de estuprar e matar irmã de 17 anos tenta suicídio no Fórum e é levado para UPA

Muvuca Popular

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O jovem Marcos Soares Pereira, de 23 anos, preso sob acusação de estuprar e assassinar a própria irmã, a adolescente Estefane Pereira Soares, de 17 anos, tentou cometer suicídio pela segunda vez na tarde de quinta-feira (12) dentro da cela da carceragem do Fórum de Cuiabá, onde aguardava a realização da audiência de custódia. O corpo da jovem foi encontrado dentro de um córrego no Três Barras amarrado com pedras. Estefane havia desaparecido desde o dia 11. 

Segundo informações do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Marcos tentou se enforcar utilizando peças de roupa dentro da cela, mas foi impedido por agentes que faziam a vigilância no local antes que conseguisse consumar o ato. Na sequência, ele chegou a ser encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

O caso causou forte comoção pela extrema brutalidade do crime descrita na decisão judicial que manteve a prisão do suspeito. Conforme consta nos autos, a adolescente teria sido retirada da casa onde vivia com o companheiro e levada à força pelo irmão até a residência dele, localizada no bairro Três Barras, em Cuiabá.

Dias depois, o corpo da jovem foi encontrado em um córrego nos fundos da casa do suspeito. A vítima estava envolta em um lençol, com os pés amarrados, sem roupas e apresentando sinais de violência extrema, incluindo marcas de queimaduras, circunstâncias que indicam que ela teria sido submetida a intenso sofrimento antes da morte.

As investigações também apontam que as roupas da adolescente foram localizadas dentro da residência do suspeito, elemento que reforça a suspeita de violência sexual antes do assassinato, uma vez que a vítima era menor de idade.

A apuração policial ainda indica que a jovem teria sido privada de liberdade e levada contra a própria vontade, o que configura, em tese, o crime de sequestro qualificado, além de feminicídio, estupro de vulnerável e ocultação de cadáver.

Na decisão que manteve a prisão do suspeito, o juiz Wladymir Perri, da 14ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, destacou a extrema gravidade e a brutalidade da conduta, ressaltando que o modo como o corpo foi encontrado evidencia tentativa de ocultar o crime.

O magistrado também citou que o investigado possui histórico de crimes violentos, incluindo suspeita de envolvimento em outro feminicídio ocorrido em 2018, de Débora Pereira da Silva, sua tia, foi encontrada morta em um córrego após desaparecer.

Para o juiz, as circunstâncias demonstram alta periculosidade do acusado, o que justifica a manutenção da prisão para garantia da ordem pública, preservação da investigação e aplicação da lei penal.

Marcos nega que seja autor do crime.

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