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Amado Batista, BYD e sete empresas de MT entram na “lista suja” do trabalho escravo

Muvuca Popular

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A atualização da chamada “lista suja” do trabalho escravo, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), trouxe novos nomes de empregadores flagrados explorando trabalhadores em condições análogas à escravidão. Entre os incluídos estão o cantor Amado Batista, a montadora chinesa BYD e pessoas físicas e empresas de Mato Grosso.

Ao todo, sete empregadores ligados a Mato Grosso passaram a integrar o cadastro federal, que reúne pessoas físicas e jurídicas responsabilizadas após processo administrativo com direito à defesa em duas instâncias.

Entre os nomes do estado estão Roberto dos Santos, na zona rural de Comodoro, com dois trabalhadores; Christian Jaune, em Cuiabá, com um trabalhador; e a empresa Construtao Engenharia Ltda, em Porto Alegre do Norte, que concentra o maior número de casos, com 529 trabalhadores.

Também aparecem na lista Eduardo Antonio Barros da Silva, em Nova Xavantina; Fábio Cezar Barros Leão, em Pedra Preta; a Guizardi Junior Construtora e Incorporadora Ltda, com atuação em Chapada dos Guimarães; e João Milton de Oliveira Baldez, em obras no mesmo município.

Segundo os dados divulgados pelo Governo Federal, os sete empregadores somam 547 trabalhadores encontrados em situação irregular.

Criada em 2003, a “lista suja” é atualizada semestralmente e é considerada um dos principais instrumentos de combate ao trabalho escravo no país. Apesar de não gerar punições diretas, o cadastro é utilizado por bancos e empresas como critério para concessão de crédito e contratos, funcionando como mecanismo de pressão econômica.

Os nomes permanecem na lista por até dois anos, podendo ser retirados antes caso haja acordo com o governo e regularização das condições de trabalho.

Veja a lista:

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