As mudanças aprovadas pelo Senado para o seguro-defeso acabaram barradas pela Câmara dos Deputados. Entre as propostas rejeitadas estava a exigência de contribuição mínima de seis meses ao INSS, dentro de um período de um ano, para acesso ao benefício.
Os senadores também haviam incluído limite de renda para os pescadores e a retirada do pagamento retroativo referente a 2025, pontos que não foram aceitos pelos deputados.
Com a decisão, prevalece o texto original da Câmara. Para 2026, a previsão é que o seguro-defeso movimente cerca de R$ 7,9 bilhões, sem considerar valores atrasados.


