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NA DISPUTA A FEDERAL

No lançamento da campanha, Neri destaca apoio recebido nos 142 municípios de MT

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O candidato a deputado federal Neri Geller (Podemos) lançou oficialmente sua campanha nesta sexta-feira (21), durante evento realizado em Várzea Grande, e destacou o apoio que tem recebido de lideranças políticas de todas as regiões de Mato Grosso.

Segundo Neri, vereadores, suplentes, ex-vereadores e ex-prefeitos têm manifestado apoio à candidatura. O ex-ministro afirmou estar satisfeito com a receptividade e disse que pretende percorrer os 142 municípios do estado durante a campanha.

“Estou feliz, feliz mesmo. Por onde a gente anda, estamos recebendo apoio de vereadores, suplentes de vereadores, ex-vereadores e ex-prefeitos”, afirmou.

Durante o evento, Neri citou como exemplo uma ligação recebida de Tonhão, liderança política de Carlinda, a 724 km de Cuiabá. Segundo o candidato, o apoio seria um reconhecimento pelas ações realizadas no município durante sua passagem pela Câmara Federal e pelo Ministério da Agricultura.

“Agora mesmo recebi uma ligação do Tonhão, lá de Carlinda. Ele falou: ‘Neri, não precisa pedir para mim, porque nós estamos juntos com você por tudo que você fez aqui por Carlinda’. Fiquei muito feliz”, relatou.

O candidato afirmou que a estratégia para conquistar votos no interior será conversar diretamente com os moradores, apresentar os trabalhos realizados e expor suas propostas para um eventual novo mandato na Câmara dos Deputados.

“É conversar com a população, mostrar o que nós fizemos, mas, principalmente, o que pensamos para o futuro. Vamos para as ruas pedir votos e, se Deus quiser, nos eleger para continuar cuidando bem de Mato Grosso”, declarou.

Ao falar sobre a própria trajetória, Neri relembrou que foi catador de raiz, assentado da reforma agrária e frentista antes de se tornar produtor rural e ingressar na política.

“A verdade é que fui catador de raiz, assentado e frentista. Deus foi bom comigo. Pela força do trabalho, consegui chegar ao patamar máximo da agricultura e não perdi essa oportunidade”, disse.

Neri também recordou uma conversa com o pai, ocorrida cinco meses antes de ser escolhido para comandar o Ministério da Agricultura. O pai do candidato morreu em agosto de 2013 e não chegou a acompanhar sua posse.

“Meu pai falou: ‘Você vai ser ministro, Neri’. Infelizmente, ele não pôde acompanhar porque eu o perdi em agosto de 2013. Depois, assumi o ministério e fizemos um grande trabalho pela agricultura e pela economia do Brasil”, concluiu.

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