Apuração em Mato GrossoCarregando dados do TSE…Atualiza em 30s
A ausência do senador e candidato ao governo do Estado, Welington Fagundes (PL), no almoço com o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), nesta sexta-feira (21), em Cuiabá, expôs a estratégia de evitar que a agenda empresarial fosse confundida com a definição de um único palanque para o presidenciável em Mato Grosso.
A avaliação foi feita pelo candidato a deputado federal Nilson Leitão (PP), que participou do encontro com empresários do agronegócio, indústria e comércio. Segundo ele, a reunião foi articulada pelo empresário Odílio Balbinotti Filho, coordenador da campanha de Flávio no Estado, e teve como foco exclusivo a candidatura presidencial.
“Como o Balbinotti é o coordenador, na verdade é uma reunião empresarial. Então é exatamente isso que traz para poder não deixar ninguém de fora da reunião. É muito mais fácil ter essa imparcialidade tratando da candidatura do presidente da República, que não tem um palanque só em Mato Grosso.”
Na prática, a declaração de Leitão reconhece que a campanha de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso deverá conviver com diferentes grupos políticos e palanques, sem necessariamente concentrar sua estrutura estadual em uma única liderança.
O próprio Leitão reforçou esse cenário ao citar os diferentes grupos que poderão apoiar o presidenciável. “O candidato Flávio Bolsonaro terá mais palanques, será o palanque do Pivetta, terá o palanque do Wellington. Então aqui está se tratando de candidato a presidente da República, não candidatura local.”



