quarta-feira, 7 outubro, 2026

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“Fiz meu trabalho”, diz Dilmar ao deixar permanência na liderança nas mãos de Pivetta; veja

Patrícia Neves e Renato Ferreira

Foto: reprodução

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União Brasil) afirmou que sua permanência na liderança do governo na Assembleia Legislativa depende exclusivamente do governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Após as eleições, o parlamentar disse que ainda não conversou com o chefe do Executivo sobre a continuidade na função.

“Eu estou tranquilo, fiz o meu trabalho. Acho que ajudei muito o governo do Estado na liderança, e a liderança do governo depende do governador Otaviano Pivetta”, declarou.

Dilmar ressaltou que foi chamado por Pivetta para exercer a função no atual mandato e que segue ao lado do governador. A definição sobre quem conduzirá a articulação do Executivo no Legislativo, porém, ainda será discutida.

“Ele me chamou para estar como líder dele neste mandato. Agora teve uma eleição. Estou junto. Nós não conversamos ainda”, afirmou.

O deputado relatou que chegou a Cuiabá perto da meia-noite de ontem e que, nesta quarta-feira (7), analisou as mensagens e os projetos previstos para a sessão. Ele também informou que iria à Casa Civil para buscar uma conversa sobre os próximos encaminhamentos.

Questionado sobre a possibilidade de outro parlamentar assumir a liderança, Dilmar evitou indicar nomes e reiterou que a escolha cabe ao governador.

‘Eu não vou aqui escolher. Quem tem que escolher é o governador Otaviano Pivetta. Ele tem a condição de definir quem quer para ser líder aqui na Assembleia”, disse.

Hoje, a AL deve colocar em pauta a derrubada do veto da Revisão Geral Anual dos servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso. O veto já havia sido votado em dezembro de 2025 de forma secreta (quando foi mantido), mas o Tribunal de Justiça de Mato Grosso considerou a votação secreta inconstitucional e determinou uma nova análise em votação aberta e nominal, sob pena de multas. Após um adiamento em setembro de 2026 por falta de quórum, a votação foi reagendada para a retomada das sessões em após o período eleitoral. São necessários treze votos para a derrubada do veto do governo.

 

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