A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) divulgou o resultado preliminar do Prêmio UFMT Paulo Freire de Reconhecimento Extensionista 2026, que destaca projetos, estudantes e servidores com atuação na aproximação entre a universidade e as comunidades. O documento foi assinado na segunda-feira (5) pela pró-reitora de Cultura, Extensão e Vivência, Lisiane Pereira de Jesus.
A premiação reconhece iniciativas que promovem o diálogo, a construção coletiva de conhecimentos e a transformação social. A seleção contempla cinco categorias, incluindo projetos com histórico de continuidade, estudantes extensionistas, servidores com maior tempo de atuação, mulheres e mães extensionistas.
Henderson Gonçalves Nobre, do campus Cuiabá, aparece em primeiro lugar na categoria de servidores com maior tempo de atuação extensionista, com média de 50 pontos.
Ele também lidera a classificação de Ciências Agrárias com o Centro Vocacional Tecnológico em Agroecologia, o CVT Agroeco.
Entre os estudantes, Elizama Amorim de Souza ocupa a primeira posição, seguida por Maria Eduarda Ambrosio de Lima, ambas do campus Cuiabá e com média de 49,5 pontos. O desempate considerou o tempo e a participação nas atividades. Kaique Alexandre Pereira Vilhalva ficou em terceiro, com 49 pontos.
Na categoria Mulher Extensionista, Sandra Jung de Mattos, de Cuiabá, lidera com 50 pontos. Anna Letícia Sant’Anna Yanai, de Sinop, e Neila Cristina de Lima Martins, do Araguaia, aparecem em segundo e terceiro lugares, respectivamente.
Cássia Fabiane dos Santos Souza, de Cuiabá, ficou na primeira posição da categoria Mãe Extensionista, com média de 49,5 pontos. Na sequência estão Flávia Regina Pereira Santos e Thais Reggina Kempner, ambas do campus Várzea Grande.
Na categoria de programas e projetos com continuidade, também lideram suas áreas as iniciativas “Saberes Ancestrais Quilombolas”, em Ciências Humanas; “Ninho do Cuidado – Sinop”, em Ciências da Saúde; e “Geoparque Chapada dos Guimarães”, em Ciências Exatas e da Terra.
Em Ciências Biológicas, o primeiro lugar ficou com o projeto de divulgação científica e ensino de paleontologia na educação básica “MuHNA na escola e a escola no MuHNA”, do campus Araguaia. Em Linguística, Letras e Artes, a liderança é do “EMUS – Educação”, de Cuiabá.
Não houve inscrições nas subcategorias de Ciências Sociais Aplicadas e Engenharias. Como a classificação divulgada é preliminar, os nomes ainda não representam o resultado definitivo da premiação.











