Segundo Balbinotti, o Partido Liberal (PL) destinou apenas metade dos recursos previstos do fundo eleitoral para a campanha de Flávio, deixando a outra parte sob responsabilidade de doações de empresários de diferentes regiões do país.
“A gente, o Cidinho, eu, nós somos coordenadores. O Cidinho ajuda nessa coordenação aqui no estado, ele tem o contato também com o Rogério Marinho, conversa bastante. E nós temos ajudado na captação de recursos também, porque é fundamental ter captação de recursos, porque o partido não passou a cota completa do fundo eleitoral”, afirmou.
Balbinotti explicou que a articulação busca garantir recursos suficientes para que Flávio Bolsonaro consiga percorrer todas as regiões do Brasil durante a reta final da disputa presidencial.
“Então, passou metade. Essa outra metade ficou a cargo dos empresários do país fazerem as doações. E nós aqui, o Cidinho tem ajudado, eu tenho ajudado, conversado com os empresários para que a gente consiga fazer essas doações necessárias para que o Flávio consiga ir para todas as regiões do país”, declarou.
O empresário também destacou que os custos de deslocamento da comitiva presidencial representam uma das principais despesas da campanha, especialmente pela necessidade de utilização de aeronaves de grande porte para cumprir a agenda eleitoral.
“O avião é muito caro. Para rodar tudo isso daí, o avião tem que ser grande para ele, porque ele leva uma comitiva. Então, realmente, nós precisamos fazer isso aí para manter a campanha acesa, forte até o final”, completou.
A declaração evidencia a participação de lideranças empresariais e políticas de Mato Grosso na estrutura de financiamento e articulação nacional da candidatura de Flávio Bolsonaro, que disputa o segundo turno da eleição presidencial.











