O voto mais caro entre os principais candidatos ao Senado em Mato Grosso foi justamente de quem terminou fora da disputa pelas duas vagas. Margareth Buzetti (PP), sétima colocada, gastou R$ 45,52 para conquistar cada um dos 65.559 votos recebidos. No outro extremo, o senador eleito Mauro Mendes (União Brasil) teve o menor custo da disputa: R$ 2,53 por voto, após conquistar 1.187.352 eleitores.
A diferença entre os dois resultados chega a quase 18 vezes. Mauro foi o candidato mais votado ao Senado e garantiu uma das duas vagas em disputa, ao lado de José Medeiros (PL), que recebeu 977.777 votos e teve custo de R$ 4,36 por voto.
Buzetti, por sua vez, declarou R$ 2,98 milhões em despesas de campanha, mas terminou em quarto lugar. O resultado fez com que o custo individual de sua votação fosse muito superior ao dos candidatos que ficaram à frente.
Na terceira colocação ficou Janaina Riva (MDB), que gastou R$ 1,75 milhão e recebeu 519.434 votos, com custo de R$ 3,38 por voto.
Também ficaram na disputa Carlos Fávaro (PSD), com R$ 2,26 milhões gastos e 411.020 votos, a R$ 5,52 por voto; Antônio Galvan (Avante), que declarou R$ 951,3 mil e obteve 169.265 votos, a R$ 5,62; e Pedro Taques (PSB), com R$ 2,28 milhões em despesas e 224.621 votos, a R$ 10,18 por voto.
Ao todo, os sete principais candidatos ao Senado analisados declararam R$ 17,51 milhões em despesas e somaram 3,55 milhões de votos, resultando em um custo médio de R$ 4,93 por voto.












