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ELEIÇÃO SE DECIDE EM DOIS TURNOS

Júlio lembra que eleição é em dois turnos e defende Jayme Campos para não enfraquecer chapa

Da Redação

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O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) afirmou, nesta manhã (17),  que não participou da posse do novo presidente do Partido Progressistas (PP) em Mato Grosso, Nilson Leitão, por entender que o foco do momento deve ser a consolidação de um projeto político próprio da federação União–PP para as eleições estaduais. Em tom firme, o parlamentar reforçou que o grupo não pode abrir mão de ter candidatura própria ao governo do Estado. Na reunião, Jayme oficializou aos presentes sua intenção de ser candidato em 2026.

“Jayme Campos não volta atrás e isso precisa ser consolidado para enfrentar os adversários. Eleição é em dois turnos e a federação tem que ter candidato próprio”, destacou Júlio Campos, ao comentar o cenário eleitoral e mandar um recado direto às lideranças partidárias.

Segundo o deputado, o senador Jayme Campos (União Brasil) já colocou oficialmente seu nome à disposição para disputar o governo de Mato Grosso. Júlio ressaltou que não há mais como alegar desconhecimento dentro da federação, uma vez que a intenção de Jayme foi apresentada tanto ao presidente estadual do União Brasil, governador Mauro Mendes, quanto ao presidente do PP, Nilson Leitão.

“Não existe mais como dizer que o partido não sabe ou que os dirigentes não têm conhecimento. O senador Jayme Campos já se colocou como pré-candidato. Agora cabe à federação estudar o cenário e nós vamos trabalhar as bases partidárias para consolidar, nos diretórios do União Brasil e do PP, o nome dele como candidato próprio”, afirmou.

Júlio Campos argumentou que a ausência de uma candidatura ao governo pode enfraquecer toda a chapa proporcional da federação. De acordo com ele, sem um nome majoritário competitivo, o União Brasil corre o risco de reduzir suas bancadas na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal.

“Se não tivermos candidato a governador, podemos cair de quatro deputados estaduais para dois. Na Câmara Federal, podemos sair de dois para apenas um. Mas, com uma chapa completa, podemos crescer: eleger três federais e até cinco ou seis estaduais”, alertou.

O deputado também citou possíveis adversários na disputa pelo Palácio Paiaguás e defendeu que a federação esteja preparada para enfrentá-los com protagonismo. Para ele, lançar candidatura própria fortalece o projeto político, dá visibilidade aos demais nomes e organiza a estratégia eleitoral para o Senado e o Legislativo.

Por fim, Júlio Campos reforçou que o entendimento dentro da direção nacional caminha nesse sentido. “O senador Jayme é o principal e único nome do partido hoje para o governo. O diretório nacional quer isso. Agora é trabalhar politicamente, dialogar com as bases e consolidar essa candidatura”, concluiu.

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